terça-feira, 21 de março de 2017

O perdão é uma ferramenta indispensável para nossa libertação

Se me perguntarem qual o sentimento mais libertador, eu direi, sem pensar muito, que é o ato de perdoar.

O perdão, através do verdadeiro acolhimento e da real compreensão da situação que nos magoou, consegue nos encaminhar para a alforria de qualquer dor, cisão, e nos abre o caminho para a verdadeira inteireza.

Quando me refiro ao ato de perdoar, não é sobre o perdão eclesiástico, por medo de arder no fogo do inferno.

Muito menos referente à submissão de outrem à nossa própria altivez, nos delegando algum poder ou superioridade, como se tivéssemos o poder divino de decisão.

Não estou falando também de empurrar emoções para debaixo do tapete, motivado(a) pela ilusão de que sentimentos reprimidos não representam ameaças.

Não. Falo sobre a compreensão genuína das nossas mágoas, ressentimentos, medos e melindres, para que possamos acolhê-los, compreendê-los e perdoar a nós mesmos e aos outros.

Viver, conviver, compartilhar significam ganhos e perdas nas relações. As pessoas são diferentes, têm suas dificuldades, suas inseguranças, suas carências, e quando isso é colocado em xeque ou em confronto com o outro, o cálice transborda.

Na maioria das vezes sobram ressentimentos, amarguras e uma terrível sensação de decepção e desamparo.

Quem nunca se sentiu assim?

Pois é, mas a vida continua e precisamos estar inteiros e disponíveis para sermos quem em verdade somos.

Não podemos carregar uma bagagem pesada  e estarmos, ao mesmo tempo, livres e íntegros.

Quando um copo está cheio, uma gota o faz transbordar.

As pessoas são humanas, como nós; erram, acertam; não se pode esquecer que ninguém é igual sempre.

O que eu fui ontem, certamente não é mais o que sou hoje.

Os sentimentos mudam, os valores também.

Ficarmos atrelados ao passado, seja nosso ou do outro, é estúpido, improdutivo e, o pior, involutivo.

Ser tomado pela fúria e por mágoas demanda muita adrenalina, desgaste físico, emocional, mental e energético.

Perdemos muito, em todos os sentidos,  com essas emoções.

Precisamos exonerar pensamentos obsessivos que insistem em nos perseguir e se instalar em nosso emocional. 

Se estamos lotados de raiva,  rancor e anseios de retaliação, contaminamos nosso ambiente, as pessoas, nossos projetos, nossos desejos, e perdemos essa energia fecunda que nos faz prósperos, bem-sucedidos, amados, criativos, generosos e consequentemente inteiros e mais felizes.

“Uma certa vez um velho índio disse:

dentro de mim, existem dois cachorros: um deles é cruel e perverso, o outro, generoso e magnânimo.

Os dois estão sempre brigando!

Quando perguntaram qual dos dois cães ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu: aquele que eu alimento!”

Para todos nós muita luz sempre!

TEXTO DE: Wanda Alves
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 24 de Março de 2.017.
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domingo, 19 de março de 2017

Gato escaldado tem medo de água fria, será?

Tem um ditado popular que diz assim: Gato escaldado tem medo de água fria, e é verdade. Quando passamos por um tipo de situação que nos foi extremamente constrangedora e difícil, aprendemos a lidar com ela com mais cautela, e a não agirmos tão inocentemente como antes, o tal crescimento de que todos falam.

Se um relacionamento não deu certo por inúmeros motivos que te fizeram sofrer, chorar, se sentir humilhado(a), rejeitado, que te fez abandonar a si mesmo, que te fez se afastar dos propósitos de Deus para sua vida, e por obra divina você conseguiu se libertar totalmente dele, obviamente você não vai querer entrar na mesma furada de novo, e insistir naquilo que já te deu provas o suficiente que não dará certo. O mesmo eu falo de amizades.

A pessoinha pisa no seu calo mil vezes, trai a sua confiança, fala mal de você pelas costas, só te leva para caminhos tortos, e você perdoa sempre, porém, chegará um momento que só vai te restar a tolerância, o respeito e o amor, mas a convivência ficará comprometida pela falta de responsabilidade dessa pessoa, pela falta de respeito e principalmente pela deslealdade dela com os seus sentimentos.

A questão de não voltarmos a ser como antes nem sempre é pela falta de perdão. Perdoar a gente perdoa sim, e quando a gente gosta então, o perdão já é liberado pela falta que sentimos, mas o relacionamento em si, fica marcado pelos vacilos que o outro deu sem nem sequer reconhecer o quanto nos deixou feridos, inquietos, sem chão e talvez até sem motivação algumas vezes. 

Eu creio em mudanças, creio que alguém possa um dia ser diferente e não errar tanto, mas enquanto a pessoa não decide abandonar o seu lado cruel de ser, o melhor a fazermos é nos distanciarmos, nos cuidarmos, nos protegermos da maldade instantânea de quem não respeita ninguém.

Deus tem um jeito majestoso de trabalhar sim, e é pelas atitudes que ele nos revela quem é quem,  e quem devemos manter ou não por perto. Nem todos chegam pra somar...e para esses que não agregam,  repito o que eu já disse em vários textos anteriores, fica apenas a  nossa oração. 

Obs: Sem mágoas e ressentimentos... Só aprendizado e uma auto proteção.

TEXTO DE: Cecília Sfalsin
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 23 de Março de 2.017.
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Palavras do Grande Inquisidor

Na obra “Os Irmãos Karamazov”, de Dotoiévsksi, há um trecho envolvendo o “Grande Inquisidor”. É assim:

“Jesus havia voltado à terra e andava incógnito entre as pessoas. Todos o reconheciam e sentiam o seu poder, mas ninguém se atrevia a pronunciar o seu nome. Não era necessário. De longe, o Grande Inquisidor o observa no meio da multidão e ordena que ele seja preso e trazido à sua presença. Então, diante do prisioneiro silencioso, ele profere a sua acusação:

– “Não há nada mais sedutor aos olhos dos homens do que a liberdade de consciência, mas também não há nada mais terrível. Em lugar de pacificar a consciência humana, de uma vez por todas, mediante sólidos princípios, Tu lhe ofereceste o que há de mais estranho, de mais enigmático, de mais indeterminado, tudo o que ultrapassava as forças humanas: a liberdade. Agiste, pois, como se não amasses os homens… Em vez de Te apoderares da liberdade humana, Tu a multiplicaste, e assim fazendo, envenenaste com tormentos a vida do homem, para toda a eternidade…”

“O Grande Inquisidor estava certo. Ele conhecia o coração dos homens. Os homens dizem amar a liberdade, mas, de posse dela, são tomados por um grande medo e fogem para abrigos seguros. A liberdade dá medo. Os homens são pássaros que amam o voo, mas têm medo dos abismos. Por isso abandonam o voo e se trancam em gaiolas.”

“Somos assim: sonhamos o vôo mas tememos a altura . Para voar é preciso ter coragem para enfrentar o terror do vazio. Porque é só no vazio que o voo acontece. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Mas é isso o que tememos: o não ter certezas. Por isso trocamos o voo por gaiolas. As gaiolas são o lugar onde onde as certezas moram.

É um engano pensar que os homens seriam livres se pudessem, que eles não são livres porque um estranho os engaiolou, que eles voariam se as portas estivessem abertas… A verdade é oposto. Não há carcereiros. Os homens preferem as gaiolas aos voos. São eles mesmos que constroem as gaiolas em que se aprisionam…”

“Deus dá a nostalgia pelo voo. As religiões constroem gaiolas.”

“Os hereges são aqueles que odeiam as gaiolas e abrem as suas portas para que o Pássaro Encantado voe livre. Esse pecado, abrir as portas das gaiolas para que o Pássaro voe livre, não tem perdão. O seu destino é a fogueira”.

Palavras do Grande Inquisidor.

TEXTO DE: Rubem Alves 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 22 de Março de 2.017.
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sexta-feira, 17 de março de 2017

Não se aborreça com pessoas ou situações: ambas são inofensivas sem a sua reação...

"Não se aborreça com pessoas ou situações: ambas são inofensivas sem a sua reação". ;-) Se você tem certeza de que alguém disse uma coisa querendo dizer outra na verdade, ou utilizou determinada palavra para despertar determinado sentimento, ou deixou de fazer alguma coisa porque queria que você pensasse X, Y ou Z... Pense de novo. Porque você, na grande maioria das vezes, não tem elemento nenhum para afirmar o que os outros pensaram, quiseram ou acharam. Evidentemente, sempre existe a possibilidade de você ser um médium ou intuitivo de primeira grandeza. Mas se este não for o seu caso... Pense novamente. E novamente. E novamente. 

A grande probabilidade é que você esteja projetando conteúdos seus nas outras pessoas, e reagindo a eles de modos totalmente distorcidos. A esmagadora maioria das pessoas simplesmente não estão se importando com o que você pensa, sente ou acha. Na grande maioria das vezes, as pessoas estão muito mais preocupadas consigo mesmas e em se expressar usando as palavras que conhecem ou conseguem do que tentando sorrateiramente te induzir estados internos - não estou considerando aqui as propagandas e o marketing, que usam ferramentas muito mais elaboradas e sofisticadas de nos influenciar. Mas no dia a dia? Pense de novo: a maior probabilidade é a de que você esteja enxergando uma determinada situação não como ela é, e sim como VOCÊ é. 

Sempre acho engraçado quando alguém me diz, "você disse isso querendo dizer aquilo, usou tal palavra querendo despertar tal sentimento, respirou em tal momento da frase porque queria que tal coisa ganhasse ênfase! ". Acho divertido que pensem tanto e deem tantos significados ocultos... Enquanto estou sendo apenas eu :) As coisas não possuem real significado, a não ser aquele que você dá.

Pense nisso!

TEXTO DE: Texto de Flávia Melissa
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 21 de Março de 2.017.
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Assuma o que você diz, mas não se sinta responsável pelo que o outro entende

Sempre que expressarmos nossa opinião sobre algo, haverá quem se sentirá ofendido, quem discordará agressivamente, quem permanecerá em silêncio, quem distorcerá cada palavra, assim como quem concordará. Cada pessoa tomará o que dissermos à sua maneira, de acordo com o que possui dentro de si, e usará nossos dizeres tanto com boas quanto com más intenções. Isso serve para nos levar a tomar cuidado com o que e para quem dizemos o que sentimos.

Jamais poderemos conhecer com profundidade todos que estarão à nossa volta, e mesmo aqueles que pensamos conhecer de fato, em algum momento poderão fazer mau uso de nossas palavras, usando-as contra nós para que possam continuar mentindo em meio ao jogo de interesses egocêntricos que pautam as suas vidas.

Geralmente, quem se sente ameaçado por nós, sabe-se lá por conta de que loucura que se passa pela sua mente doentia, tentará nos difamar e sujar a nossa imagem. É só isso que querem: ver os outros se ferrando.

Da mesma forma, existirão indivíduos que se ofendem com tudo e com todos, com qualquer coisa que ouvem ou leem, como se o mundo girasse em torno deles, como se todo mundo agisse pensando neles, no que eles sentirão, pensarão, como se a população acordasse e dormisse se lembrando deles. Sentem-se perseguidos pelo universo, enxergando conspirações em qualquer roda de conversa, lamentando supostas tramoias que usam para atingi-los. A estes, portanto, tudo o que dissermos soará a perseguição.

Infelizmente, muitos de nós nos sentimos mal ao saber que magoamos os sentimentos de alguém sem termos essa intenção. Por mais que saibamos que não era aquele o nosso propósito, mesmo que tenhamos a certeza de que não dissemos nada de mais, ficaremos chateados por ferir o outro. Cabe-nos, nesses casos, conversar com a pessoa para que o entendimento entre as partes supere rusgas inúteis, principalmente quando existe carinho nessa relação.

Como se vê, conviver é um exercício diário, uma vez que lidaremos com pessoas que vieram de lugares diversos, cujos sentimentos passaram por experiências únicas, tornando-as, na maioria das vezes, inesperadas em suas ações e reações.

Vale manter nossas verdades firmes e seguras, para que não nos tornemos vulneráveis às afetações e à maldade de gente que mal sabe o tanto de história que carregamos aqui dentro.

No mais, quem nos ama pelo que somos jamais acreditará em qualquer um que tente nos denegrir, ficando junto, oferecendo o seu melhor. E essa gente com quem podemos contar é que vale – e assim sempre será – cada suor e cada lágrima de nossos dias.

TEXTO DE: Marcel Camargo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 20 de Março de 2.017.
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quinta-feira, 16 de março de 2017

O QUE OLHAR PARA TRÁS ME ENSINOU SOBRE VIVER “SÓ POR HOJE”.

Olhar para trás e, lá na frente, se dar conta de que passou pela vida e não viveu realmente. De que foi deixando aqueles sonhos mais bonitos irem morrendo aos pouquinhos, abandonados na mesma terra em que foram crescendo medos, mágoas e lembranças infinitas do que poderia ter sido, mas não foi. 

Olhar para trás e não se sentir confortável com as oportunidades que deixou passar, às vezes sem perceber, com os abraços que deixou de dar, as palavras todas que poderiam ter despertado sorrisos, mas que você não disse, e todas as outras que mais bem fariam se tivessem sido caladas.

Olhar para trás e perceber que, de tanto buscar a felicidade no extraordinário, você não conseguiu se dar conta de que ela já morava o tempo todo dentro de você. E que se expressava nos momentos mais simples, aqueles que você não dava muita importância, por achar que o significativo dependia de ocasião especial, quando, na verdade, os pequenos grandes momentos da vida já eram os especiais.

Olhar para trás e, lá na frente, ter a impressão de que existem lacunas, faltas, páginas e mais páginas que deveriam ter sido preenchidas com mais do que você sempre viveu de menos: conversa fiada na sala, dança desengonçada, cabelo despenteado, pés descalços, gargalhadas que fazem a barriga doer, frios na barriga, borboletas no estômago, brilho nos olhos, brincadeiras de criança, o doce preferido, uma carta de amor, cosquinhas, riscos, risos, sonhos.  Você. Onde estava você nisso tudo?

Olhar para trás e, lá na frente, perceber que se encolheu para caber no mundo dos outros.  Se dar conta de que, embora desejasse grande e sonhasse grande e fosse verdadeiramente grande em toda a sua essência, amou pequeno e se respeitou pequeno e se enxergou pequeno por causa de um monte de coisas que já não fazem mais sentido agora, mas que, inconscientemente ou não,  você deixou que guiassem a sua vida. E que matassem os seus sonhos.

Olhar para trás e descobrir que muitas vezes o que te faltou não foi coragem, mas propósito. Que você poderia ter sido tanto se apenas tivesse se permitido ser do jeito que era… Que às vezes é mesmo preciso se doer inteiro só pra descobrir que as porradas da vida nos fortalecem. E que não há dor que dure pra sempre. Nem nada que não possa ser perdoado.

Olhar para trás e, lá na frente, descobrir que o perdão tem muito mais a ver com você mesmo do que com o outro. E que perdoar não significa aceitar, concordar ou ter que dar as mãos e seguir em frente, mas, simplesmente, deixar ir. Porque quando a gente chega num ponto da vida e olha pra tudo o que fez ou deixou de fazer, a gente começa a reavaliar as próprias escolhas. E a questionar o quanto elas impactaram e têm impactado no que somos e no que ainda gostaríamos de ser.

E, então, é nesse momento que a gente entende que ainda não é tarde demais. Que, se estamos vivos, é porque ainda temos poder de escolha. E uma missão a cumprir no mundo.

Minha avó estava com noventa anos quando morreu. Uma semana antes de entrar em coma, lembro de tê-la escutado falar: “Tem dia que vale por toda uma vida, né?”.

E era do HOJE que ela estava falando.

Como eu sei disso? Porque foi nesse dia em que, pela primeira vez na vida, eu disse “Eu te amo” para alguém.

Hoje.

Olhar para trás e descobrir que, a vida, meu amigo, é um eterno só por hoje.

Só por hoje, faça valer a pena.

TEXTO DE: Ana Paula Ramos
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 18 de Março de 2.017.
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quarta-feira, 15 de março de 2017

Faça

Toda escolha que você fizer e toda decisão que você tomar terá seu lado bom e seu lado ruim. Considere-os com cuidado e tome a decisão. 

Uma resposta menos que perfeita é infinitamente melhor do que não fazer nada.

Tudo que você se dispõe a fazer envolve alguns riscos e desafios. Para qualquer coisa que você empreender existem muitas razões para não fazê-lo. 

Pese os riscos e os benefícios e, então assuma o compromisso de agir. Decida o que você quer fazer, com os olhos bem abertos, e leve isso em frente sem olhar para trás.

Existem muitas direções dentre as quais você pode escolher. Mesmo assim, você precisa escolher. 

Suas possibilidades são significativas apenas quando você escolhe algumas delas e rejeita o resto. Tentar fazer tudo ao mesmo tempo é tão inútil quanto não tentar nada.

Defina-se. Escolha seu caminho e comece a andar.

Decida o que quer fazer e mãos à obra.

TEXTO DE: Marcio Ricardo Medeiros Oliveira
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 17 de Março de 2.017.
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