sexta-feira, 30 de junho de 2017

Sempre haverá um sorriso, um abraço amigo para nos confortar, basta acreditar!

Não dá para achar que tudo é uma conspiração, que nada dará certo e nos colocarmos como vítimas neste mundo tão cheio de provas.

Quantas vezes achamos que tudo está perdido, que não há mais o que fazer e chegamos ao fim da estação, não é mesmo?

Isso, com certeza já aconteceu com todos nós em algum momento de nossas vidas, pois somos seres em construção permanente.

No entanto, não dá para acreditar que nada dará certo e que tudo está perdido e a única saída é desistir.

Não dá para sermos vítimas e nos colocarmos nesta posição diante do mundo!

A vida nos põe à prova para testar nossa fé, crença e otimismo. Ela quer que caminhemos sempre e troquemos de vagão, mas nunca cheguemos ao fim da estação.

Por mais dores que passemos, sofrimentos que vivamos, sempre estaremos em testes, numa luta constante para que possamos apreciar o que é mais belo e o que a vida tem de melhor.

Contemplar a vida requer cuidados, dá trabalho, porque o Universo exige esforços da nossa parte.

Nada vem para nós de forma fácil e, constantemente, vemos e sentimos isso na pele.

Valorizar o que a vida nos traz é nobre e requer gratidão, mesmo quando as coisas não saem como esperávamos.

Feliz ou infelizmente, não conseguimos saber o que tem atrás de uma porta se não a abrirmos e podemos ter surpresas agradáveis ou não.

O importante é nunca desistir e querer saltar com o trem em movimento, estatelando-se e deixando-se levar pelo sofrimento e dor.

Nada é conspiração, tudo é aprendizado, é movimento, mesmo sem as certezas do que vai acontecer.

O presente é uma dádiva, portanto, crer nele é essencial para que possamos transpor as pedras e caminharmos no trem da vida.

Podemos até trocar de vagão, mas não podemos achar que é o fim da linha, o fim de tudo e que nada dará certo para nós!

Temos sempre que acreditar em uma força maior, pedir que o Universo nos traga o melhor, enviando para ele boas energias com nossas ações e pensamentos diários.

Porque por trás ou embaixo das pedras, pode haver pétalas ou uma terra bem macia para pisarmos.

Sempre haverá um sorriso e abraço amigo para nos confortar, basta crer e nunca desistir!

TEXTO DE: Lucifrance Carvalhar
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 01 de Julho de 2.017.
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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Pessoas suaves.

"Toda elegância é discreta, assim como toda virtude é silenciosa." - Luiz Felipe Pondé

Existe uma classe de pessoas cuja maneira de viver, de agir e de pensar despertam especial admiração àqueles cuja sensibilidade permite percebê-las.

São seres singulares, não encontradas amiúde, tampouco com grande frequência.

Raridades!

Reservadas e discretas deixam suas marcas por onde passam, sem ser forçado e muitos que cruzam seus caminhos não compreendem a razão de serem tão atraentes.
Fazem-se notar sem pretensão de fazê-lo, sem afetação, apresentam-se com autêntica humildade.

Não necessitam subterfúgios artificiais para destacar-se e não possuem qualquer necessidade de estar em evidência, são naturalmente seguras.

Podem ser inteligentes e cultas, ou simples, mas sábias. Elegância discreta, tom de voz adequado e sempre munidas de gentileza e simpatia.

A bondade e a empatia não permitem que façam julgamentos sobre quem ou o que quer que seja. São abertas e desprovidas de preconceitos.

Falam o necessário, porém com eloquência, o que as tornam interessantes. Normalmente não são pessoas contidas, ainda que sejam expansivas, conseguem, com sua leveza, ser agradáveis.

Aplicam a dose certa de sensatez a seus modos ao que pensam e ao que falam, em condutas e comportamentos retos.

Sabem quando falar e quando calar, e colocam-se em seu devido lugar não sendo jamais levianas, indiscretas ou invasivas.

São naturalmente cordiais, autênticas em suas relações não levando em conta com quem seja, independente do status ou influência, tratam a todos com respeito e educação.

Já não sentem a necessidade de impressionar, nem de chamar atenção para si, no entanto, independente de sua ação, isso ocorre justamente pela serenidade que transmitem.

Mantém-se longe de excessos de quaisquer natureza, conservam posturas e condutas condizentes com seu comportamento equilibrado.

São sempre adequadas e fazem uso indiscriminado do "descofiômetro".

Não permitem que a futilidade seja imperativo prejudicial a sua discrição, mantendo interesse por questões substanciais, seja buscando conhecimento ou praticando a indulgência, condutas que tornam os seres humanos pessoas melhores.

Gosto de pessoas discretas, que falam pouco e em tom apenas audível.
Gente simples, sem frescura. Gente iluminada que brilha livre de adereços, subterfúgios e artifícios.

Criaturas cuja luz não é oriunda da ostentação ou do exagero, mas, sim, luz nascida da simplicidade, da delicadeza, da discrição. Luz de uma aura de arco-íris, transparente e sorriso acolhedor, de uma alma que transcende.

Gosto de pessoas leves e suaves. Quem me dera um dia ser, só pouquinho, igual a elas! Mas é muita pretensão!

TEXTO DE: Helena Fernandes
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 30 de Junho de 2.017.
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quarta-feira, 28 de junho de 2017

O melhor dia para começar a mudar é hoje

Eu poderia viver mais mil anos nesse mundo e ainda sim mudaria todos os dias, porque aprendi que a vida é feita de mudanças. Percebi com o tempo que elas são necessárias para o nosso crescimento pessoal e para o desenvolvimento do mundo em que vivemos.

Mudar significa tomar um novo rumo. É começar do zero uma história. Ou pode ser dar um novo rumo para uma história que já estamos escrevendo.

Todas as coisas mudam. Buda e muito mestres já falavam sobre isso. "Não há nada fixo nem permanente", dizia ele aos seus discípulos. O mundo se transforma todos os dias. Por isso é bom termos consciência dessa verdade, para que estejamos prontos para as mudanças inesperadas e também para as mudanças que nos dispusermos a fazer.

É preciso também compreendermos que a verdadeira transformação sempre será pessoal. Ainda que possamos nos comprometer junto a alguém a realizar determinada mudança, cada um terá de fazer o trabalho consigo mesmo para que o objetivo seja alcançado. Posso até apoiar as pessoas a tomarem novas decisões, mas a transformação real ocorrerá a partir do desejo por mudança, que deve estar no interior delas.

Embora abandonar velhos hábitos possa ser uma tarefa árdua, é possível transformar esse processo em uma espécie de aprendizado. A cada dia que passa nós nos aperfeiçoamos e  fortalecemos nosso espírito, passando a ser pessoas mais fortes. Deixamos de lado velhos hábitos rompendo barreiras, alcançando um novo estágio de maturidade.

E quando nos damos conta, percebemos o nosso crescimento. Vemos que o passo já foi dado e o que era só um desejo por mudança acabou se concretizando. 'Tornei-me uma pessoa melhor! ', 'Abandonei aquele velho hábito que já não me fazia bem', 'Eu consegui'. Não há nada mais revigorante do que olhar para trás e em seguida para o presente e perceber que a mudança positiva já se concretizou. O objetivo já foi alcançado.

Foco! Nem sempre é fácil mudar. Mas se estiver disposto, comece a mudar hoje mesmo!

Viva um dia de cada vez, fazendo sempre, apenas, o que está ao seu alcance no momento. Organize seus pensamentos, fale com pessoas que te tragam conforto e que poderão escutá-lo. Escute também. Reserve um momento agradável do dia para refletir sobre as mudanças que você pretende fazer, e para antes de dormir, reserve somente o hábito de pensar positivamente agradecendo pelos passos que foram dados.

Transforme uma coisa por vez, tendo consciência que temos todo o tempo do mundo para mudar. E se não conseguir mudar hoje, fique tranquilo. Porque o hoje continua amanhã.

Tudo nessa vida é parte de um processo natural e contínuo que demanda tempo, demanda esforço e desejo.  E por falar em desejo, peço que nunca deixe de desejar, porque é a partir do desejo que nasce a mudança.

O desejo é o ponto de partida, é a semente, é o primeiro impulso para que haja qualquer movimento. Desejando, eu crio força suficiente para modificar.

Que possamos mudar para melhor, todos os dias.

TEXTO DE: Leonardo Pugliese
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 29 de Junho de 2.017.
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domingo, 25 de junho de 2017

Depressão não é frescura. Depressão é desconexão da alma

Estou terminando a leitura do livro “O demônio do meio dia, uma anatomia da depressão”, de Andrew Solomom e, fechando o livro ao final de cada capítulo, me ponho a refletir sobre essa doença que atinge tanta gente em nosso tempo e que muitas vezes não é compreendida, diagnosticada ou cuidada como deveria.

Eu não entendia a depressão, até que tive uma.
Foi há dois anos, e levei todo esse tempo para conseguir falar sobre o assunto. A gente só entende realmente o que aconteceu olhando em retrospectiva, e é difícil falar da depressão durante a depressão.

Hoje estou bem, recuperei minha vitalidade, minha energia, minha coragem e principalmente minha conexão com o mundo e com as pessoas. Voltei a me sentir a pessoa que sempre fui, a mulher ativa, animada, por vezes engraçada, enérgica e corajosa.

Porém, conheci o outro lado, e isso me trouxe um entendimento maior acerca do inverno da alma. Ainda tomo o meu remédio, numa dose menor daquela que comecei. Pode ser que daqui a algum tempo eu consiga andar sozinha sem os comprimidos, mas antes quero me sentir totalmente segura.

Antes de ter depressão, eu tinha uma curiosidade arrogante diante as pessoas deprimidas. Achava que sabia o que elas sentiam, e ficava indignada pela pouca força de vontade que apresentavam. Na minha ignorância, achava que o que elas sentiam era o mesmo que eu experimentava na TPM, um misto de sensibilidade com irritação, algo perfeitamente contornável com uma caixa de bombons.

Eu era tão desentendida que não consegui identificar minha própria depressão. Porque eu imaginava que depressão era sinônimo de tristeza, e não reconheci que aquela perda de sentimento, aquele distanciamento da minha essência, aquela falta de sentido e aquele entorpecimento que eu experimentava era depressão.

Não sei dizer o momento exato em que a depressão chegou. Também não consigo encontrar um motivo específico que tenha sido o gatilho para ela se manifestar. Ao mesmo tempo que havia muitos motivos, não havia nenhum. De repente me flagrei indiferente. Indiferente às conversas, ao trabalho, aos livros, ao dia que começava, à vida. Fiquei antissocial. Me encontrar com as pessoas, manter uma conversa, receber um telefonema… era uma agressão. Me agasalhava demais, mesmo em dias quentes, como se o excesso de roupas pudesse me proteger e me isolar do mundo.

Passei um ano me sentindo assim, e nas festas de final de ano me sentia exausta. Me relacionar com as pessoas era exaustivo, exigia um esforço sobrenatural. Eu procurava disfarçar minha desconexão, não dava bandeira da minha apatia, mas algumas pessoas notaram. E elas foram fundamentais para minha cura. 

Agradeço às minhas primas, que com carinho e cuidado me confrontaram. Se interessaram. Me incomodaram. Não tentaram me divertir. Não tentaram dizer que a vida é linda e que eu tenho que valorizar. Não insistiram para que eu dançasse ou risse de uma piada. Nada disso teria funcionado, e poderia me afundar ainda mais. Elas acertaram quando me olharam com firmeza e disseram seriamente que eu deveria procurar um médico.

Foi o que fiz. Fui diagnosticada com depressão, comecei a tomar remédio, ajustamos as doses e após um mês de adaptação (que pareceu uma eternidade) já estava me sentindo melhor. Voltei a reconectar-me comigo mesma, ganhei energia, passei a sair da cama bem disposta.

Além dos benefícios esperados, tive outros ganhos. Me curei de diversas dores que eu frequentemente tinha e que médico algum conseguia resolver. Descobri que as dores _ que me acompanhavam há mais de dez anos _ eram psicossomáticas, e só se curaram com o antidepressivo. Talvez se a depressão não tivesse se manifestado em sua forma mais nítida, eu jamais teria descoberto que minhas dores físicas (e muito reais!) eram sintomas de um desequilíbrio emocional. Talvez, se eu não me tratasse da depressão, eu continuasse passando noites em claro, com insônia, como costumava ser minha rotina.

Depressão não é frescura, muito menos “falta de vassoura”, preguiça ou ingratidão diante da vida e de Deus. Depressão é desconexão da alma. Desconexão com a realidade, com o convívio social, com nós mesmos. É distanciamento da razão de existir e de estar aqui. É a descoberta de que o oposto da depressão não é a felicidade, e sim a vitalidade.

A pessoa deprimida não está assim porque quer. E não é forçando-a a fazer exercícios, a rir de uma piada ou se reunir com amigos que você irá ajuda-la.

Talvez você possa ajuda-la fazendo-a entender que não vai ser sempre assim. Levando-a a acreditar que, com fé em Deus e na medicina, isso também vai passar. Ajudando-a a confiar que em algum momento a cura vai chegar, e ela será grata por recuperar a vitalidade e a vida…

TEXTO DE: Fabíola Simões
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 28 de Junho de 2.017.
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Segue o seu destino e confia…

Eu sei que às vezes tudo fica confuso. Que existem momentos em que você simplesmente se perde. Que, de repente, está uma enorme confusão na sua vida.

Mas, não se preocupe, o Universo sabe o que coloca no seu caminho.

A presença dele está em você, mesmo quando você não entende o que sente. Mesmo que não saiba de onde vem aquela força que o leva a fazer coisas que a sua razão não pode explicar.

Tudo tem uma importância maior do que pode caber no seu entendimento.

É como um professor durante a prova. Você já sabe resolver o problema, não existe aprovação sem que se prepare para ela. Ali está a questão que precisa ser resolvida.

Então, acalme-se, tente se lembrar de todas as lições até aqui. Com cada erro, cada acerto, cada passo que foi dado nessa caminhada.

Acalme suas emoções e ouça aquela voz que dentro de você, só espera pela sua atenção.

Por mais estranhas que as coisas pareçam, a resposta para tudo está ali, apenas querendo ser ouvida. “Seu coração sempre sabe o que diz. Confie!”

Não fuja, não temas, nem pense em desistir. Quando tudo estiver de cabeça para baixo, apenas aprenda a ver de outra forma. Alguma hora, finalmente entenderá que na sua vida, tudo tem um propósito maior.

Por mais difícil que seja aquietar-se e esperar o tempo certo. Quando for o momento tudo se revelará… pois ele saberá quando você estiver preparado e trará as respostas que necessita obter para, então, evoluir.

Mas até lá, não deixe de tentar, pois os planos que a vida tem para você, são maiores do que a sua razão pode compreender e melhores do que a sua alma pode querer.

TEXTO DE: Thaina Merelin
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 27 de Junho de 2.017.
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sábado, 24 de junho de 2017

EU ACREDITO QUE…

Sou um otimista confesso. Eu acredito nisso!

Talvez uma das minhas maiores habilidades é a leitura que faço sobre os acontecimentos da vida. Tanto nos positivos, quanto nos negativos, sempre existe algo além do fato em si para ser compreendido. O ato na verdade é apenas uma consequência de um aprendizado oculto maior.

Dizem que na vida existem vários testes, como provas, e que esses testes se repetem ciclicamente em nossas vidas, até que a gente consiga resolvê-los. São pré-requisitos para a nossa evolução, para a nossa plenitude. Ou vai dizer que você nunca repetiu algum erro que jurou nunca mais cometer?

Perdi a conta dos equívocos que já cometi. Mas tudo bem, afinal o erro faz parte do acerto. Só quem já perdeu sabe o valor da vitória. E são nesses erros que estão as maiores oportunidades de crescimento.

O erro leva a autoanálise. A autoanálise leva ao autoconhecimento. O autoconhecimento é o primeiro passo para a autocorreção, que por sua vez irá promover o autodesenvolvimento.

Vejam que coisa louca isso. Todos querem se desenvolver e evoluir, mas poucos estão dispostos a se conhecerem e corrigirem a si mesmos. Jamais haverá autodesenvolvimento sem a autoanálise.

A partir do momento que começamos um processo de autodesenvolvimento, amais paramos. Esse caminho tem início, tem meio, mas não tem fim. Não há chegada e ter consciência sobre isso, muda a forma que enxergamos o mundo. A psicologia, aliás, explica que o resultado que obtemos em nossas vidas, parte das nossas crenças sobre o mundo que nos cerca.

Crença > Pensamento > Sentimento > Ação > Resultado

Lembra o que falei lá no início do texto sobre “aprendizado oculto” além do fato em si? O resultado é o fato em si. A crença é o aprendizado oculto.

Para mudar os nossos resultados é preciso rever as nossas crenças.

Ser otimista é uma questão de estratégia, de inteligência emocional, é o que diferencia as pessoas, pois seja qual for o caminho da sua crença, você terá exatamente o resultado que acreditou lá atrás. A nossa realidade irá se transformar no momento que as nossas crenças forem reavaliadas. Como afirmava Dulce Magalhães, a forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos.

Nós precisamos inverter a lógica do ver para crer. O ver é resultado. O crer é ponto de partida!

TEXTO DE: Tiago Fiamenghi
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 26 de Junho de 2.017.
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sexta-feira, 23 de junho de 2017

A única coisa que você pode controlar na vida, é a sua atitude!

Muitas coisas estavam dando errado na minha vida, ultimamente. Eu poderia fazer uma longa lista, mas isso não tornaria nada melhor para nenhum de nós. Eu percebi algo enquanto estive sozinho o dia todo com meus pensamentos e é algo que eu sempre soube, mas nunca expliquei.

Eu percebi que tudo poderia dar errado para mim, mas eu não tenho controle sobre essas coisas. Não posso controlar nada disso. A única coisa sobre a qual eu tenho controle é sobre como eu reajo às coisas que estão dando errado. Eu não tenho controle sobre o que dá errado ou sobre o que outras pessoas fazem ou decidem.Eu só tenho controle sobre minhas ações, escolhas e reações. Posso jogar minhas mãos para o ar, sentar e chorar, afogar as mágoas, mas nada pode mudar depois disso. Claro, senti um pouco de alívio em deixar todas essas emoções enterradas e ignoradas, mas nada melhorou, nada. Eu ainda estava na mesma situação.

Bem, eu ainda posso estar na pior, mas estou ativamente tentando mudar essa situação em que estou agora. Estou buscando, assiduamente, fazer o melhor com o que acontece de forma incontrolável ao meu redor. Estou tentando não me segurar ao estresse, à raiva, à frustração, ou ao medo. Estou tentando deixar tudo ir porque me apegar a isso não me faz bem. Aderir a tudo isso é abrigar e segurar o estresse, criando mais preocupações ainda.

Não consigo mudar as coisas que aconteceram, as emoções que senti, as situações em questão, mas o que posso mudar é a minha reação a tudo. Eu posso decidir me manter positivo, mesmo que eu sinta que tudo está desabando. Eu posso decidir fazer tudo para me ajudar a sair da situação em que eu estou.Posso decidir que, em vez de sentir pena de mim mesmo, vou fazer algo sobre isso.

Deixar nossas emoções nos controlarem, é muito fácil. É fácil fazer e dizer coisas no calor do momento, coisas essas que iremos nos arrepender mais tarde.

É fácil reagir e criar uma situação ainda pior para si mesmo, porque a única coisa sobre a qual temos controle é sobre como reagimos às situações em questão. Você não tem controle sobre o que acontece com você, mas você tem controle sobre como responde ao que acontece. É algo simples de se lembrar, mas muito importante.

É importante apenas respirar, porque as coisas funcionam de alguma forma, sempre. É hora de deixar o que você não pode controlar e aceitar o que você pode controlar, incluindo sua reação às situações à sua frente.

TEXTO DE: Traduzido pela equipe de O Segredo - Fonte: Thought Catalog
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 24 de Junho de 2.017.
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Seja você mesmo, ainda que incomode aqueles que fingem ser quem não são!

"Você não é louco. Loucos são os que sustentam relacionamentos falidos, os que pagam prestação de carro de luxo enquanto devem o aluguel, os que abandonam seus sonhos para viver de aparências. Você só é de verdade. E isso não é para qualquer um." - (Pedro Augusto).Seja você mesmo, ainda que incomode aqueles que fingem ser quem não são! Não é fácil ser autêntico e viver as próprias verdades no mundo de hoje, em que as aparências ditam as regras e o status social sobrepuja a essência humana. Ainda mais com o olhar persecutório que permeia as redes sociais, onde expor um simples ponto de vista sobre algo pode levar a reprimendas e censuras de gente que mal nos conhece. 

Por isso é que, muitas vezes, chegamos a nos perguntar se somos realmente desse mundo.

Quando somos gentis, podemos ser vistos como alguém que possui segundas intenções. Quando sentimos compaixão por alguém, podemos ser julgados como fracos. Quando discordamos de alguém, podemos ser ofendidos da pior forma. Quando nos permitimos tirar um tempo sem fazer nada, podemos ser chamados de preguiçosos. Nunca antes houve tanta gente pronta para criticar a vida alheia. Nunca antes houve tantos donos da verdade.

Nessa toada, muitos acabam temendo, cada vez mais, expor o que pensam, dizer o que sentem, viver o que são, da forma que lhes convém, mesmo que não estejam atropelando ninguém nessa jornada, ainda que ninguém tenha nada a ver com isso. Cansa ler os comentários que inundam nossas publicações; cansa ser questionado sobre estar ou não sozinho, ter ou não filho, estar ou não estudando. Cansa ter que se desviar dos chatos de plantão que sempre empacam o caminho.

Teremos que nos conscientizar de algo óbvio: nada do que dissermos ou fizermos agradará a todos, muito pelo contrário. 

Haverá sempre pessoas nos contradizendo e nos condenando, não importando a maneira limpa e ética com que pautemos nossas ações, simplesmente porque a muitos sempre será doloroso assistir à felicidade alheia. Estão ocupados demais com aquilo que lhes falta porque não têm a coragem que tanto recriminam nos outros.

Ainda que nos deparemos com censuras, reprimendas, julgamentos e toda sorte de obstáculos pela frente, jamais sairemos perdendo quando nos dispusermos a viver aquilo por que vibra os nossos corações, sem atropelarmos ninguém por aí.

Porque nada é mais prazeroso do que podermos conviver com quem somos de verdade, sem o peso inútil de culpas e de arrependimentos covardes. Vivamos!

TEXTO DE: Marcel Camargo 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 23 de Junho de 2.017.
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Não se vingue. Quem dá o troco é comerciante, mas quem cobra a conta é a vida!

Muitas vezes nessa vida, a gente se vê cheio de vontade (e razão!) de "dar o troco" em alguém que nos enganou e magoou.

Nós nos pegamos desejando que o mal que a pessoa nos fez, volte para ela, na mesma proporção.

Embora não devamos querer vingança ou desejar o pior para alguém, somos humanos, não é mesmo?

E como humanos, somos cheios de imperfeições e está tudo bem. Creio que Deus perdoe esse nosso ímpeto vingativo!

Alguma vez você já teve a sensação de que ser bom e bacana o prejudicou? De que são os espertos e golpistas que se dão bem?

Preocupa não. você não está sozinho! Em algum momento da sua vida, você sentir-se-á injustiçado e com aquela sensação de que foi bobo e ingênuo e que tem que parar de ser assim, daqui por diante.

Mas. você não acha que o mundo já anda muito cheio de malandragem e falsidade? E que a maldade é um meio que não justifica o fim?

Por isso, peço-lhe: aguenta firme aí, pois o mundo precisa é de pessoas boas, com coração limpo e desprovidas de interesses egoístas.

Se arquitetamos uma vingança e a colocamos em prática, talvez consigamos uma alegria breve e fugaz, que pesará nos corações e consciência por um bom tempo, pois não estamos acostumados a prejudicar ninguém!

Acredito, piamente, que DEUS é a melhor testemunha de todas; o travesseiro é o maior tribunal e a consciência, um júri implacável, cujo coração é o juíz.

Portanto, não perca o seu tempo focado na vingança, foque no que a vida está lhe dando, pois, às vezes, o que parece ser uma punição, na verdade é um enorme livramento.

A gente não entende de cara, demora um tempo para assimilar, mas lá na frente, vamos agradecer por termos nos livrado e aberto os olhos para a maldade alheia.

Quem dá troco é comerciante.

Se você "pagar na mesma moeda", estará apenas  igualando-se ao seu ofensor.  Vai descer ao nível dele? Não. porque você tem, exatamente o que ele não tem e nunca terá: CARÁTER.

Então, deixe que ele siga, achando que se deu bem. Não somos nós que vamos cobrar essa dívida, é ela, a VIDA.

Ela não faz fiado. Ninguém sai deste mundo devendo a ela. Aqui fazemos e aqui mesmo pagaremos.

Quanto maior a subida, maior a conta e portanto, maior a queda lá de cima.

E vou lhe dizer, a vida não é muito sutil com os devedores.

Aparentemente pode estar tudo certo, você achando que ele o prejudicou e está ótimo vivendo feliz, mas. vai saber o que acontece na alma do sujeito. a vida tem várias maneiras de cobrar o "pagamento", e, acredite, as piores maneiras são as interiores, aquelas que ninguém vê.

É o "você" com você mesmo; seus medos, suas angústias. É você virar o seu pior inimigo.

Eu já vi muita gente assim. que fez o que quis, sem pensar nas consequências, que passou por cima de muita gente só pensando no próprio benefício e que no fim das contas, conseguiu tudo o que jurava querer e foi essa, justamente, a grande desgraça de suas vidas. O cara queria muito dinheiro. Abandonou a família, traiu o melhor amigo, fez dívidas ao longo da vida e "cresceu", "prosperou" e conseguiu muito dinheiro, e seu dinheiro o levou para a ruína, terminou sozinho e pobre. De afeto, de amor, de sentimentos.

O cara traiu a esposa, trocou a família toda porque não aguentava mais a "pressão" e anos depois, aquela família barulhenta e "chata", era tudo que ele queria no seu leito de hospital.

A garota se casou por interesse. Queria status e fama. Terminou mentalmente doente. Famosa, rica e se odiando, por todos os dias da sua longa vida.

O pai rejeitou o filho e quis sumir no mundo. E conseguiu. Sumiu tanto que quando quis voltar, nunca mais se achou.

Às vezes, conseguir o que se quer é a grande "vingança" da vida.

Pessoas muito gananciosas são muito vazias por dentro. Precisam conseguir coisas a qualquer custo, pois são incapazes de conseguir por mérito próprio. Invejam a vida alheia, pois, no fundo, acham-se indignas da felicidade.

Por mais grana que consigam, são seres profundamente miseráveis.

Não vale a pena dar ibope a eles.

A melhor revanche para um ser sem luz é brilhar. É ser FELIZ e sorrir, quando nos desejam lágrimas! Felicidade é letal para os infelizes natos.

Continue no seu caminho. Continue confiando no Universo! Lembre-se: toda luz forte atrai mariposas, não é por isso que vivemos no escuro! Brilhe!

TEXTO DE: Bruna Stamato
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 22 de Junho de 2.017.
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terça-feira, 20 de junho de 2017

JEITO ESQUISITO DE JESUS

Esse jeito esquisito que Jesus tinha de preferir os piores me faz pensar na beleza dos avessos. 

Às vezes a gente, na pressa de encontrar, não vê. Quantas vezes na minha vida eu desprezei as pessoas porque eu considerei o agora? É tão doído, né? A gente ser visto somente a partir do presente.

Quando as pessoas olham pra gente e só enxergam aquilo que a gente tem no momento. Isso é fascinante em Jesus. Por isso Ele era capaz de preferir quem Ele preferia. Porque Jesus não era um homem que se prendia no presente. Eu acredito - e acho interessante isso - que os amantes nunca esgotam as criaturas amadas. Porque o amor sobrevive de futuro, né?

Ele consegue enxergar o que a gente ainda não viu. A pessoa que ama consegue enxergar o que o outro ainda não é. Vê o avesso. Vê o contrário da situação.

É tão bonito a gente pensar que a beleza do tecido tem um sustento, uma trama que está por trás de tudo isso. Compreender as pessoas, amá-las, só é possível a partir do momento que a gente entra na trama do avesso.

Quando a gente não enxerga somente aquilo que os olhos podem revelar, podem conhecer, mas sobretudo aquilo que ainda está oculto.

Deus nos ama assim. Porque consegue enxergar o que a gente ainda não é, mas o que a gente ainda pode ser.

TEXTO DE: Pe. Fábio de Melo
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domingo, 18 de junho de 2017

Às vezes, segurar forçado machuca mais do que deixar ir

Muitas vezes, ficamos presos ao que pensávamos ser eterno, sem conseguirmos perceber que ciclos se fecham, que as pessoas mudam, os momentos se transformam e a vida tem que continuar, mesmo que no modo inverso ao de nossos desejos.

Muito difícil termos a noção exata do limite entre a insistência indigna e a tentativa necessária. Complicado percebermos quando ultrapassamos os limites de nossa dignidade, enquanto lutamos para manter conosco alguém que, às vezes, já nem está mais ali de fato há tempos. Isso porque existem rompimentos em que apenas uma das partes quer sair, mas a outra quer ficar a qualquer custo. E esse qualquer custo, infelizmente, tem um preço alto demais.

Separar-se dói, tanto para quem toma a decisão de terminar quanto para quem discorda dela. Muito provavelmente, ambos estarão tristes, porque um relacionamento envolve muito mais do que a vida dos dois, mas traz para junto de si outras pessoas, outras famílias, aumentando o peso daquilo que desaba. Não somente os parceiros se separam, porque cada um leva consigo muita gente, vários momentos, sentimentos, emoções. Mundos se dividem então.

Embora seja muito complicado conseguirmos controlar nossas ações em momentos turbulentos, como aqueles que compõem o processo de separação entre parceiros, teremos que tentar perceber o quanto a dor está nos afastando de nós mesmos, o quanto o ato de forçar a situação vai achatando a nossa dignidade, a ponto de nos tornarmos menos gente, menos humanos. Ninguém merece despojar-se de tudo o que é por conta de alguém que decidiu não mais ficar.

A rejeição é assim mesmo, ninguém parece estar pronto para enfrentá-la, porque a gente não consegue lidar com o fim de algo pelo que tanto se luta, em que tanto se acredita. Na maioria das vezes, ficamos presos ao que pensávamos ser eterno, sem conseguirmos perceber que ciclos se fecham, que as pessoas mudam, os momentos se transformam e a vida tem que continuar, mesmo que no modo inverso ao de nossos desejos.

Lógico que vai doer muito, que vai ser uma das piores travessias de nossas vidas, mas deixar de insistir em alguém que já está de malas prontas será o melhor que poderemos fazer a nós mesmos naquele momento, porque a dor da partida passará, mas uma cicatriz que se alimenta diariamente, enquanto mantemos à força alguém por perto, nunca para de sangrar. Muitas vezes, o que é melhor para as nossas vidas não é aquilo que queremos, mas aquilo que machuca menos. Optar por uma dor que o tempo cura será, então, o caminho.

TEXTO DE: Marcel Camargo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 20 de Junho de 2.017.
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Custa “zero reais” dizer o quanto você gosta de uma pessoa.

Custa “zero reais” elogiar o corte de cabelo, dizer o quanto adorou aquela blusa nova, o quanto gosta daquele alguém e como a companhia é agradável.

Temos o prazer de conviver com pessoas incríveis, que partilham histórias fantásticas, as quais admiramos tanto, mas elas quase nunca tomam conhecimento dessas coisas boas que achamos delas.

Gostamos da garra e da coragem do outro e adoramos o jeito que nos faz sorrir com as suas piadas sem graça. Mas, por orgulho, ou por comodismo, não falamos, deixamos passar as falas de saudade e os “eu te amo” ficam enterrados em nossos corações.

Deixamos passar o riso sincero, o amor bonito e achamos desnecessário dizer o quanto aquele jeitinho único de ser do outro é importante e o quanto isso ou aquilo faz a diferença no nosso dia a dia.

Não elogiamos o bolo quentinho feito pela mãe, quando chegamos cansados do trabalho, e o bilhete escrito com palavras que acalentam o nosso coração. Não retribuímos, não falamos e acabamos por não dizer o quanto o outro ocupa uma proporção significativa em nossas vidas.

Ignoramos as mensagens, fazemos poses de durão e nos esquecemos de dizer o quanto aquele sorriso é bonito, o quanto admiramos a dedicação nos estudos, no trabalho e o quanto achamos uma gracinha quando aquele alguém fica sem graça.

As pessoas insistem em agradar com presentes caros, caindo na cilada de acreditar que coisas valiosas podem ser substituídas por preços abusivos que nos saltam os olhos, mas não o coração.

Custa zero reais dizer o quanto aquele vestido a deixa mais bonita e como ela fica linda quando faz aquele coque no cabelo. Custa zero reais dizermos o quanto aquela comida preparada com tanto carinho ficou deliciosa e o quanto gostamos de ver um filme, no Netflix, na companhia desse alguém.

Desperdiçamos o nosso tempo falando asneira, grosserias e oferecendo ao outro cada vez menos o nosso tempo e cada vez mais as nossas desculpas falidas.

Custa zero reais dizermos o quanto gostamos do abraço, do beijo, do cheiro que fica na roupa, da risada, do sorriso, da covinha. Não custa nada dizer o quanto você admira e o quanto sente falta, quando esse alguém não está com você. Dizer como o outro fica lindo quando usa óculos e como você adora a forma como ele fala sobre a vida, sobre as coisas, sobre o amor.

Não se limite a dizer o quanto gosta de alguém, o quanto sua companhia, seu jeito, seu toque lhe fazem bem. Não se furte de elogiar o bolo quentinho, a comida diária e aquele beijo de bom dia antes de sair para o trabalho. Não custa nada dizer coisas bonitas, o que custa caro é o arrependimento daquilo que não dizemos por orgulho, por comodismo, por medo ou pela falta de coragem.

TEXTO DE: Thamilly Rozendo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 19 de Junho de 2.017.
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Qual a sua missão nesse planeta?

Somos tão pequenos diante de tamanha amplidão que, muitas vezes, perguntamo-nos o que eu, tão pequeno(a), posso fazer, que transforme o mundo/meio em que vivo e que faça a diferença na vida das pessoas ?

Nascemos, somos ensinados com a cultura que passa de geração para geração e de acordo com o meio em que vivemos vamos nos transformando nos mais diversos tipos de pessoas.

O mundo muda com uma velocidade espantosa e vamos tentando, dia a dia, acompanhar as "evoluções". mas nem sempre temos estrutura para lidar com essas mudanças de forma tão acelerada.

Nascer, estudar, trabalhar, adquirir, ser bem-sucedido e, de quebra, tentar ser feliz.

Mas você, no meio de todo esse aparato de coisas que precisam dar certo desde que se nasce. já sentiu um vazio imenso que não sabe como preencher?

A vida não pode se resumir a tão pouco. E não se resume !

Já percebe-se no mundo um movimento contrário a esse pensamento de viver por viver, trabalhar para adquirir bens, tentar ser feliz para mostrar aos outros quão bem-sucedidos nós nos tornamos.

A vida precisa ser SIMPLIFICADA ! E procurar saber o nosso propósito ajuda-nos a passar por essa vida sem tantas cobranças, com mais leveza e entendendo como faremos a diferença nesse mundão, mesmo sendo tão "pequenos".

O maior erro que cometemos é achar que precisamos de grandes feitos para fazer a diferença neste planeta. Quando, na verdade, nos pequenos feitos é que nos agigantamos.

Deu bom dia para o porteiro de seu prédio hoje? Ajudou alguém a atravessar a rua? Seu parente que está passando por dificuldades foi ouvido?

Teve paciência no trânsito? Separou seu lixo corretamente? Doou seu tempo a alguém? Fez uma ligação para alguém distante?

Pediu perdão? Está dando atenção aos seus pais? Está criando seus filhos para esse novo mundo, com novo olhar, sem preconceitos e com bom caráter ?

Desde que abrimos os olhos de manhã, nosso estado de consciência é ligado no "piloto automático".

Elevar nosso estado de consciência diante de tudo que nos movimenta trará o preenchimento do vazio que, frequentemente, sentimos.

Permita-se experimentar esse exercício: Acorde! Espreguice! A primeira boa ação do dia tem que ser consigo mesmo.

Agradeça! Tome um bom café ! Alimente seu corpo , ele é seu TEMPLO.

Faça toda a sua rotina normalmente, mas ligue seu botão do "vou manter-me em estado de consciência durante todo este dia".

As mínimas coisas em sua volta terão outro sentido.

Aquele mendigo que passa por você todos os dias não passará invisível, aquela pessoa que não está bem e precisando de colo será percebida por você , os sorrisos que der às pessoas reverberará em energia boa e fará a diferença no dia delas.

Esses são os atos que o preencherão.

Porque somos energia e transmitimos aquela que quisermos. Transmita a boa energia! E quando ao fechar seus olhos, pensar: como serei lembrado (a) quando aqui não mais estiver?

Que brote em seu rosto um sorriso e que você consiga enxergar que sua missão se cumpriu.

Conecte-se com a VIDA e SUA MISSÃO!

TEXTO DE: Deise Venâncio 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 17 de Junho de 2.017.
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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Seja “bonzinho” consigo mesmo!

Quantas vezes, por sermos “bonzinhos” demais com os outros, acabamos nos dando mal?!

Não conseguimos dizer não, ficamos assoberbados de tarefas, as nossas vontades são deixadas de lado e a vida vai passando…

Na verdade, o que precisamos mesmo, é ser mais “bonzinhos” conosco mesmos.

Mas “bonzinho” mesmo, pra valer, sem desculpas, sem exceções.

Isso tem a ver com aumentar a autoestima e cultivar o amor-próprio.

E ser “bonzinho” consigo começa por não se maltratar, não se dando o tempo que precisa, alimentação adequada, descanso, lazer, amor-próprio…

Também significa não se culpar o tempo inteiro, pelo que fez, pelo que deixou de fazer, pelo que os outros fizeram, ou deixaram de fazer…

Especialmente, ser “bonzinho” consigo mesmo traduz não exigir demais.

Ora, a vida é curta, as tarefas são infinitas, nunca vamos achar que fizemos o suficiente, se pensarmos em tudo o que poderíamos fazer…

De que vale, então?! Quando a vida acabar, você vai acabar chegando lá do outro lado e, na hora do “balanço”, vão pedir: e aí, como foi a sua vida?! E você vai dizer: bah, acho que não deu tempo de viver, eu estava muito ocupado fazendo coisas…

Para que levar a vida tão a sério?! Que graça tem?!

Pare e olhe para trás, do que você já viveu até agora: o que faz seu coração alegrar-se, o que lhe faz ter a sensação de que valeu a pena? Os momentos de leveza ou os momentos de seriedade? Quantos dos seus medos passados foram completamente sem fundamento, pois nada veio a acontecer? 

Quantas vezes você acreditou que uma determinada pessoa era imprescindível na sua vida e, depois que ela se foi, você sobreviveu e ficou bem? 

Quantas coisas você queria mais que tudo no mundo e, apesar de não as ter conseguido, vieram outras e tudo ficou legal? Quanto gasto de energia (e tempo) desnecessário, não é?!

Danem-se as regras sociais, dane-se do dinheiro, dane-se a opinião dos outros, dane-se tudo o que venha para pesar, para dificultar, para entristecer!

Vamos dar uma chance a nós mesmos, a nossa criança que está clamando por diversão e por leveza, ao nosso presente e ao nosso futuro…

Todos temos um sol dentro do peito, basta o deixarmos brilhar!

Precisamos nos abrir para a vida, em suas infinitas possibilidades, sem medos, sem ansiedade, sem preconceitos, sem restrições…

Celebrarmos a nossa própria existência: a toda hora, a todo momento, de todas as formas – porque não há nada mais maravilhoso do que estar vivo!

TEXTO DE: Susiane Canal 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 16 de Junho de 2.017.
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quarta-feira, 14 de junho de 2017

A melhor coisa da vida é poder acordar de manhã e viver a rotina!

Poucos se dão conta do quão maravilhoso é acordar todos os dias e ter uma nova chance, através do novo dia que amanhece!

Melhor ainda, é quando tudo está bem como sempre esteve, a rotina estabelecida, poder acordar, arrumar-se, sair no mesmo horário, no fim do dia voltar para casa, isto é simplesmente perfeito!

É a prova viva de que tudo está bem, a calmaria impera, nada a impede, vivê-la em toda sua intensidade é um presente, uma dádiva, uma celebração.

Quando passamos por momentos difíceis em nossa vida, percebemos como é bom poder voltar para casa, ao invés  de ir para qualquer outro lugar, principalmente quando este lugar nos causa dor e sofrimento.

Em momentos de tristeza sentimos a nossa rotina roubada e clamamos para tê-la de volta, por vezes, sentimo-nos culpados por talvez não a termos valorizado tanto como deveríamos. mas a verdade é que a tendência natural do ser humano é sentir tédio perante a rotina.

Precisamos conhecer a tristeza profunda para identificar e valorizar a simples e doce  rotina da vida!

Quando se chega ao fundo do poço,  você se recorda de outras dificuldades  que já passaram e tudo se torna claro, pois aquele poço em que você caiu antes, não era tão fundo quanto parecia ser; Agora, sim, você está em dificuldades nunca antes vividas e totalmente voltado à Deus, você passa a enxergar os problemas do tamanho que eles realmente são!

A rotina passa a ser a coisa mais desejada e especial.
Sou grata a todos os momentos dolorosos e difíceis, pois eles me fazem lembrar todos os dias quando acordo, como desejei ter um dia normal,  simples e rotineiro que hoje me presenteia e  brinda! O amanhecer chuvoso ou ensolarado, não importa, é um novo dia, uma nova chance!

Como dizem as sábias canções: "..vamos viver tudo que há para viver, vamos nos permitir", pois ".a vida é trem bala, parceiro.  e a gente é só passageiro prestes a partir."

TEXTO DE: Fabiana Dainese Mauch - Gratidão em palavras
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 15 de Junho de 2.017.
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terça-feira, 13 de junho de 2017

Os sonhos são seus. Lute por eles! E proteja-os.

Ninguém cresce sentando em uma mesa de bar contando histórias da carochinha, nem conquista nada sem dar o primeiro passo, sem acreditar em si mesmo, sem fé, sem visão de futuro.

Seja lá o que for, se não tivermos um posicionamento, e, se o nosso pensamento não for voltado para as possibilidades que a vida possa nos oferecer e para vontade de Deus pra nós,  jamais chegaremos a lugar algum, jamais conseguiremos abraçar os nossos sonhos.

Quando eu digo que a gente precisa focar no que é interessante e preciso, quero dizer que há coisas que precisam ser eliminadas da nossa vida, que precisam ser ignoradas, rejeitadas, distanciadas de nós para que o necessário se aproxime e se ajeite em nós, nos devolvendo a alegria, a esperança, a vontade de se continuar sem fraquejarmos ou desistirmos.

Não existe vitória sem luta, disto todos nós sabemos, mas também não existe força se não houver determinação e principalmente, decisões acertadas.

Uma das coisas que necessariamente devemos fazer é protegermos o nosso coração do que é mal, do que não edifica a gente em nada, do que ao invés de nos colocar pra cima, só nos cansa e atrasa.

Falo de sentimentos ruins, de pessoas negativas e sem objetivos e de prioridades desnecessárias que nos impedem de aproveitarmos o nosso tempo com que realmente importa.

Falo também dessa nossa mania de espalharmos os nossos segredos para pessoas indevidas e pensarmos que todo mundo esta torcendo pela gente, quando na verdade estão só desejando a nossa queda. 

Falo destes medos que surgem de ultima hora tentando nos impedir de acreditar. Os sonhos são seus, lute por eles e proteja-os.

TEXTO DE: Cecilia Sfalsin
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 14 de Junho de 2.017.
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domingo, 11 de junho de 2017

A Fronteira entre a Juventude e a Velhice

Creio que se pode traçar uma fronteira muito precisa entre a juventude e a velhice. A juventude acaba quando termina o egoísmo, a velhice começa com a vida para os outros. Ou seja: os jovens têm muito prazer e muita dor com as suas vidas, porque eles a vivem só para eles. 

Por isso todos os desejos e quedas são importantes, todas as alegrias e dores são vividas plenamente, e alguns, quando não veem os seus desejos cumpridos, desperdiçam toda uma vida. Isso é a juventude. Mas para a maior parte das pessoas vem o tempo em que tudo se modifica, em que vivem mais para os outros, não por virtude, mas porque é assim. A maior parte constitui família. Pensa-se menos em nós próprios e nos nossos desejos quando se tem filhos. Outros perdem o egoísmo num escritório, na política, na arte ou na ciência. A juventude quer brincar, os adultos trabalhar.

Não há quem se case para ter filhos, mas quando chegam, modificamo-nos, e acabamos por perceber que tudo aconteceu por eles. Da mesma forma, a juventude gosta de falar na morte, mas nunca pensa nela; com os velhos acontece o contrário. Os jovens acreditam ser eternos e centram todos os desejos e pensamentos sobre si próprios. 

Os velhos já perceberam que o fim vai chegar e que tudo o que se tem e se faz para si próprio acaba por cair num buraco e de nada valeu. Para isso necessita de uma outra eternidade e de acreditar que não trabalhou apenas para os vermes. Por isso existe a mulher e os filhos, o negócio ou o escritório e a pátria, para que se tenha a noção de que o esforço diário e as calamidades têm um sentido.

Assim, uma pessoa é mais feliz quando vive para mais alguém, e não para si só. Mas os velhos não devem fazer disso um heroísmo, que não é. Do mais irrequieto jovem resulta o melhor dos velhos, o que não é verdade para aqueles que já na escola agiam como velhos.

TEXTO DE: Hermann Hesse, in "Gertrud"
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 13 de Junho de 2.017.
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sábado, 10 de junho de 2017

Dos ficantes aos namoridos

Se você é deste século, já sabe que há duas tribos que definem o que é um relacionamento moderno.

Uma é a tribo dos ficantes. O ficante é o cara que te namora por duas horas numa festa, se não tiver se inscrito no campeonato “Quem pega mais numa única noite”, quando então ele será seu ficante por bem menos tempo — dois minutos — e irá à procura de outra para bater o próprio recorde. É natural que garotos e garotas queiram conhecer pessoas, ter uma história, um romance, uma ficada, duas ficadas, três ficadas, quatro ficadas... Esquece, não acho natural coisa nenhuma. Considero um desperdício de energia.

Pegar sete caras. Pegar nove “mina”. A gente está falando de quê, de catadores de lixo? Pegar, pega-se uma caneta, um táxi, uma gripe. Não pessoas. Pegue-e-leve, pegue-e-largue, pegueeuse, pegue-e-chute, pegue-e-conte-para-os-amigos. 

Pegar, cá pra nós, é um verbo meio cafajeste. Em vez de pegar, poderíamos adotar algum outro verbo menos frio. Porque, quando duas bocas se unem, nada é assim tão frio, na maioria das vezes esse “não estou nem aí” é jogo de cena. Vão todos para a balada fingindo que deixaram o coração em casa, mas deixaram nada. Deixaram a personalidade em casa, isso sim.

No entanto, quem pode contra o avanço (???) dos costumes e contra a vulgarização do vocabulário? Falando nisso, a segunda tribo a que me referia é a dos namoridos, a palavra mais medonha que já inventaram. Trata-se de um homem híbrido, transgênico.

Em tese, ele vale mais do que um namorado e menos que um marido. Assim que a relação começa, juntam-se os trapos e parte-se para um casamento informal, sem papel passado, sem compromisso de estabilidade, sem planos de uma velhice compartilhada — namoridos não foram escolhidos para serem parceiros de artrite, reumatismo e pressão alta, era só o que faltava. 

Pois então. A idéia é boa e prática. Só que o índice de príncipes e princesas virando sapo é alta, não se evita o tédio conjugal (comum a qualquer tipo de acasalamento sob o mesmo teto) e pula-se uma etapa quentíssima, a melhor que há.

Trata-se do namoro, alguns já ouviram falar. É quando cada um mora na sua casa e tem rotinas distintas e poucos horários para se encontrar, e esse pouco ganha a importância de uma celebração.

Namoro é quando não se tem certeza absoluta de nada, a cada dia um segredo é revelado, brotam informações novas de onde menos se espera. De manhã, um silêncio inquietante. À tarde, um mal-entendido. À noite, um torpedo reconciliador e uma declaração de amor. 

Namoro é teste, é amostra, é ensaio, e por isso a dedicação é intensa, a sedução é ininterrupta, os minutos são contados, os meses são comemorados, a vontade de surpreender não cessa — e é a única relação que dá o devido espaço para a saudade, que é fermento e afrodisíaco. Depois de passar os dias se vendo só de vez em quando, viajar para um fim de semana juntos vira o céu na Terra: nunca uma sexta-feira nasce tão aguardada, nunca uma segunda-feira é enfrentada com tanta leveza.

Namoro é como o disco “Sgt. Peppers”, dos Beatles: parece antigo e, no entanto, não há nada mais novo e revolucionário. O poeta Carlos Drummond de Andrade também é de outro tempo e é para sempre. É ele quem encerra esta crônica, dando-nos uma ordem para a vida: “Cumpra sua obrigação de namorar, sob pena de viver apenas na aparência. De ser o seu cadáver itinerante".

TEXTO DE: Martha Medeiros
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 12 de Junho de 2.017.
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Visualizar a mensagem e não responder já é uma resposta!

Tudo bem que os dias estão por demais acelerados e corridos, deixando- nos sem tempo de fazer o que não estiver agendado, permitindo-nos poucos segundos de trégua, para nos dedicarmos ao lazer e ao nada fazer. Mesmo assim, há certas necessidades que não podemos deixar de lado, ainda que não se trate de compromisso de trabalho. Não somos reduzidos ao serviço, somos alguém que sonha além dos escritórios e dos compromissos sérios.

Estamos cansados de saber sobre a importância de regar os afetos que caminham conosco, sem perder tempo com os desafetos que nos rodeiam, mesmo à nossa revelia. É algo óbvio a necessidade de mantermos por perto quem se importa conosco, quem é sincero e nos espera ao final do dia, torcendo sempre por nossas conquistas, chorando junto, comemorando junto.

Da mesma forma, a importância das amizades certas não se contesta, uma vez que termos mãos amigas nos amparando e nos resgatando de nossos desvios, de nossas dores, fará toda a diferença em nossa jornada. Mesmo que seja um único amigo em quem possamos confiar, o retorno afetivo de quem gosta da gente com sinceridade fortalece e motiva, sendo um alento nas noites sem cor de nosso caminhar.

Querendo ou não, acabaremos nos esquecendo de gentilezas mínimas que deveríamos manter em nossas obrigações diárias, como um sorriso a quem acorda conosco, um elogio a quem nos faz bem, um carinho em quem faz parte de nossas vidas, uma resposta breve a quem nos manda mensagens, porque isso é importar-se, é mostrar que sabemos que o outro existe e é importante para nós. É fazer-se presente, mesmo quando há distâncias e obrigações ali no meio.

Não precisa responder às mensagens de imediato, não precisa ficar dizendo “eu te amo” o tempo todo, não precisa procurar sem parar, convidar para tudo, nem estar sempre presente. Mas precisa retornar no tempo certo e na medida exata das necessidades alheias, porque é bom e vital sabermos com quem podemos contar. Saber que o outro poderá vir, não a qualquer hora, mas bem quando precisarmos, tranquilizará tudo o que temos pela frente. É assim que as coisas duram.

TEXTO DE: Marcel Camargo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 10 de Junho de 2.017.
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O silêncio traz todas as respostas.

Todas as noites, sigo alguns passos antes de dormir e ao acordar: orações, meditações. O objetivo é dormir e acordar com positividade e gratidão. E isso funciona mesmo.

Li estudos que revelam a importância dos minutos que antecedem o sono, já que a nossa mente continua trabalhando durante o mesmo, e a importância do que fazemos ao acordar, que determina como será o nosso dia.

Se antes de dormir, por exemplo, você ficar pensando em trabalho, tentando solucionar problemas, remoendo desentendimentos, seu sono vai demorar a chegar, e quando acontecer vai ser cansativo e com grande possibilidade de pesadelos.

Já aconteceu com você? Mas, se trocarmos estes pensamentos negativos por pensamentos alegres e positivos, nosso corpo fica mais relaxado, nossa mente mais tranquila e o sono mais relaxante. Observe!

Quando acordamos e temos a sensação de que não dormimos o suficiente, ficamos de mau humor, tendemos a, por exemplo, bater o dedo na quina da cômoda, derramar o leite, perder a hora, desentender-nos com o colega de trabalho e por aí vai.

Mas, se ao acordar levantarmos da cama, sem curtir a preguiça, agradecermos pelas horas de sono, tirar alguns minutos para contemplar a paz, o silêncio, o amor, a gratidão e determinarmos, com ênfase, que este dia já está sendo muito bom e tende a melhorar ainda mais, acredite: seus dias serão esplêndidos!

Veja: não estou pedindo para dormir cedo, acordar cedo ou coisas do tipo. Estou pedindo para tirar alguns minutos do dia para você. E quando isso virar um hábito e os resultados começarem a aparecer, a tendência é que você vá aumentando, gradativamente, esse tempo. É mágico!

Aprendi isso com uma grande amiga, que me apresentou a yoga e a filosofia Seicho-No-Ie, e em minhas pesquisas e leituras sobre os grandes monges, filósofos, físicos, escritores.

Note que um ponto comum entre todos eles é o tempo que dedicam a si mesmos.

Já ouviu o ditado: o silêncio traz todas as respostas?

Acabei de criar (risos).

Mas é a pura verdade. Ouça mais do que fale, seja grato, preze pelo tempo de qualidade que tem consigo mesmo, ore, medite, leia.

Cuide bem de si mesmo. Sendo amado e bem cuidado por você mesmo, tornar-se-á mais feliz, produtivo, seletivo e poderá contribuir da melhor forma possível para a sociedade.

Muito obrigada pela leitura!

Até breve. Namastê!

TEXTO DE: Kassia Luana
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 09 de Junho de 2.017.
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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Uma hora, tudo se encaixa, a vida se ajeita e tudo passa a fazer sentido

Tudo o que você está sentindo, nesse exato momento, tudo o que a vida está impondo que você viva, é exatamente o que você precisa para crescer, evoluir e ser uma pessoa melhor.

Acredite. Às vezes você precisa forçar-se a lembrar que uma hora ou outra tudo se encaixa, a vida se ajeita e começa a fazer mais sentido.

Talvez, não hoje, talvez amanhã também não, mas um dia, ah, um dia as peças terão que se encaixar.

Repita para si mesmo, todos os dias, o tempo todo, até que você acredite de todo o coração, que vai ficar tudo bem.

Lembre-se de que as coisas e as pessoas mudam, e mudam sempre por alguma razão; e que nada nessa vida é em vão.

Você só precisa aceitar as mudanças, deixar as coisas acontecerem e superar o que precisa ficar para trás.

Quase nunca o processo de superar ou deixar alguém ou algo para trás é fácil.

Podemos sofrer, podemos até chorar e, às vezes dói, dói tanto, que a gente pensa que  não vai conseguir. Mas,eu te prometo, que nenhuma dor consegue ser maior e mais forte do que você.

Então, aguente firme, afinal, quem sabe, amanhã pode ser o melhor dia da sua vida!

Viva no hoje, mas não deixe as dificuldades e desafios do momento assustarem-no a ponto de não conseguir mais continuar.

Estamos constantemente andando sobre   uma ponte que balança, às vezes perdemos nosso equilíbrio e estabilidade, mas depende só do nosso foco, da nossa dedicação para atravessá-la e chegar ao outro lado com segurança.

Tudo que você está sentindo, nesse exato momento, tudo o que a vida está impondo que você viva, é exatamente o que você precisa para crescer, evoluir e ser uma pessoa melhor. Acredite.

TEXTO DE: Wandy Luz
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 08 de Junho de 2.017.
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terça-feira, 6 de junho de 2017

A maturidade é perfeita! Com o passar do tempo, gosto cada vez mais de quem me tornei, por dentro e por fora

Outro dia li uma frase que me identifiquei demais, assim estava escrito:

"Antes eu caminhava entre eles e me perguntava se todos gostavam de mim, hoje eu olho em volta e me pergunto se eu gosto deles."

Esta frase trouxe a  reflexão sobre maturidade e aceitação. Há uma fase na vida em que temos necessidade de sermos aceitos e amados por quem julgamos ser extremamente importante obter o reconhecimento e atenção; no fundo é apenas o ego, a autoestima que nos prega peças, gerando a necessidade da aceitação.

Quanto mais distante estamos de sermos aceitos, maior é a força que nos cobra esse resultado.

Quando a aceitação não se concretiza, vem o sofrimento, a depressão, a revolta, enfim as várias formas de autopunição.

Nesta fase, a maturidade ainda está em formação, não temos consciência do poder do "eu".

A maturidade permite-nos ter a capacidade de perceber-nos, de nos encontrarmos no tempo e espaço, de sair das situações através de uma nova ótica e enxergar o todo.

É como se conseguíssemos  ver os acontecimentos de fora, como se não fôssemos a personagem principal e assim ganhamos o poder de avaliar com imparcialidade e menos sofrimento, quanto mais maturidade, menos sofrimento e mais aceitação!

A maturidade é perfeita! Com o passar do tempo,  eu gosto cada vez mais de quem me tornei. por dentro e por fora!

Aprendemos a nos incomodar menos com o que os outros pensam sobre nós e mais com o que pensamos sobre nós mesmos, afinal é isso que nos impulsiona na vida!

A maturidade é reconhecer os próprios erros e ao mesmo tempo estar consciente de não ser perfeito, enxergar-se  em constante transformação. A maturidade é pedir perdão e querer ser melhor a cada dia através dos tropeços, quedas e recomeços.

A maturidade é se olhar no espelho e pensar: Eu gosto do que vejo, eu me admiro, eu me cuido, eu me amo! Sou melhor agora do que antes,  evoluí!

Como é boa a sensação de se olhar no espelho e gostar mais do hoje do que do ontem!

Maturidade é valorizar o hoje porque o ontem ficou para trás e o futuro é desconhecido, o único momento que importa é o agora!

Aja, faça e aconteça! E se não der certo, saiba reconhecer que fez o seu melhor!

TEXTO DE: Fabiana Dainese Mauch 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 07 de Junho de 2.017.
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domingo, 4 de junho de 2017

Eu já não miro as estrelas. Meu alvo na vida está logo ali na esquina.

Tudo o que é grande já não me fascina, todo o esforço que me faz mudar todo o meu entorno e a minha rotina não me ativa por dentro.

Não sei se é velhice de alma, canseira dos passos, mas meus olhos já não se deslumbram com as conquistas homéricas, os amores arrebatadores, as histórias grandiloquentes.

Só de pensar em querer conquistar o que não está ao alcance fácil e genuíno das minhas mãos, dos meus pés e da minha alma simples, eu me canso, eu desisto mesmo antes do início. Porque eu quero o que me cabe e, mais importante, onde eu caibo sem ter que ser mais nem menos, sem ter que estufar esse meu peito franzino.

Só de pensar em me munir de ferramentas, atributos, armas de ataque para sair à luta e conquistar recompensas grandiosas, corações dificílimos, amizades poderosas, posições profissionais-pessoais-sociais importantíssimas, já me canso e não me arrisco.

Ter um alvo lá nas nuvens, atirar nas estrelas para atingir o Monte Everest, não, isso já não me apetece. Meu alvo é aqui pertinho, está logo ali na esquina, deve se parecer comigo, é algo singelo e tranquilo.

Quero uma conversa boba, um ombro amigo, um amor pela vida mais do que pelos prêmios do mundo. Quero um pijama velho, uma janta simples, um pão com ovo bem feitinho, um chuveiro quente e um travesseiro com sonhos bonitos.

Glória pra mim é ver o manjericão virando arbusto no canteiro, é pagar as contas do mês, é ter tempo para escrever um poema inteiro.

Vida pra mim é a trégua, é o porto seguro onde minha alma pousa serena. Amor pra mim é o respiro de alívio, é uma companhia com menos exigências e mais carinho.

Eu já não me debato para conquistar algo mais alto, não quero nem o castelo nem o príncipe encantado. Eu já não me puno por sair de perto quando me sinto insegura, eu já não me saboto e me engano achando que eu tenho que cumprir tantos planos para me sentir mais satisfeita comigo mesma.

Está tão perto a minha riqueza. É o que cresce e se ajusta sem tanto esforço assim; tudo o que tem cheiro de lar, onde eu posso entrar e ficar à vontade. Onde eu não preciso mudar minha essência para poder me encaixar e merecer fazer parte. Porque o que eu sou já é o bastante.

E por isso eu posso ficar em paz e usar minhas energias para investir mais em crescer como ser humano.

TEXTO DE: O Segredo - Clara Baccarin 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 06 de Junho de 2.017.
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sábado, 3 de junho de 2017

Como parar de se comparar a outras pessoas e por que isso é tão importante

Quantas vezes você chegou em uma festa, um escritório ou mesmo uma mercearia e comparou seu corpo com o de todas as pessoas ali? Comparar é uma das muitas maneiras em que as pessoas entram em guerra contra as outras (incluindo nós mesmos) quando o que devemos fazer é apoiar as pessoas que mais precisamos ao nosso lado.

Todos somos vulneráveis à armadilha de  nos comparar. Quando somos inseguros ou atormentados pela dúvida, buscamos a afirmação mais fácil e acessível de que somos, de fato, OK – que somos suficientes.

Mas o jogo de comparação transforma-se em um ciclo vicioso que se torna exponencialmente destrutivo, cada vez que o fazemos.

Deseja recuperar o controle? Aqui estão quatro coisas que você pode fazer:

1. Pense em que tipo de dia a outra pessoa está tendo.
Quando você entra em uma sala, ao invés de verificar imediatamente a aparência das outras pessoas ou o que estão vestindo, tente imaginar o tipo de dia que essas outras pessoas estão tendo. Isso evita que você objetive homens e mulheres (sim, você pode objetivar sem qualquer intenção de atração) e permite que você veja as pessoas como seres humanos assim como você com seus próprios medos, lutas e inseguranças.

Somos criaturas sociais. Experimente perguntar aos seus amigos – ou pessoas que você acabou de conhecer – como está  o seu dia, em vez de comentar imediatamente seus cabelos, roupas ou peso (mesmo que tenha sido um elogio). Quando nos concentramos em pensamentos como “Eles tem um corpo melhor do que o meu”, vemos a pessoa como irreal ao invés de alguém como nós – alguém com um corpo que  lutam para aceitar ou alguém com medos que  não querem que outros descubram.

2. Trabalhe em sua própria autoestima.
Existem, literalmente, milhares de recursos disponíveis para ajudá-lo a trabalhar com os problemas do seu passado, programação cultural e quaisquer influências ao seu redor que possam estar contribuindo para sua luta com autodepreciação, comportamentos destrutivos e baixa autoestima. A jornada para a sua própria saúde pessoal e felicidade dura a vida inteira. Considere falar com um terapeuta ou ler um livro que irá ajudar com seus problemas específicos. Ao longo do caminho você encontrará pessoas incríveis que irão apoiá-lo e encorajá-lo enquanto você se cura e cresce.

3. Pense nas pessoas que o cercam. Isso pode ser difícil de ouvir, mas se seus amigos estão dizendo ou fazendo coisas que o aborrecem, se fazem você se sentir mal por ser você mesmo, influenciam-no a fazer coisas que prejudicam a si mesmo ou a outras pessoas, de forma verbal ou emocionalmente abusiva, você precisa encontrar novos amigos. À medida que você desenvolve uma melhor autoestima, você verá cada vez mais claramente que, qualquer pessoa que o  prejudica não deve ter um lugar na sua vida. Defina limites claros e exija que outras pessoas o tratem com respeito e bondade. Muitas pessoas respeitarão seus limites; outros não. Você não precisa se preocupar com isso – continue trabalhando em si mesmo e confie nas influências positivas que aparecerão em sua vida.

4. Mostre serviço. Quando estamos envolvidos em algo maior do que nós mesmos, isso eleva nossas mentes além dos nossos próprios problemas e nos ajuda a ver-nos como parte de uma comunidade global. Quando nos concentramos em servir os outros, não temos tanto tempo para conversas depreciativas, amizades ruins e jogos de comparação. Mantenha-se informado sobre política e assuntos globais. Leve algum tempo para ler as manchetes e se interessar por causas que afetam você e o mundo ao seu redor.

Quanto mais você puder ver a si mesmo como um cidadão global, menos você irá se preocupar com quem tem um corpo melhor. Você não precisa comparar-se com os outros, nem sentir-se miserável com sua inadequação. Mantenha-se concentrado no cultivo de empatia e autoestima. Esteja atento às suas amizades e seja útil para o bem maior.

TEXTO DE: O Segredo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 05 de Junho de 2.017.
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