sábado, 29 de julho de 2017

“A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não.”

Nós não estamos nesse mundo para sofrer, e sim para sorrir. Cada vez mais as pesquisas constatam isso, analisando o poder curativo da felicidade, como já diziam algumas crenças.

O Hinduísmo, por exemplo, usa o conceito “Lila” para descrever o cosmos como uma forma de jogo criativo do absoluto divino. Não um jogo competitivo, onde os ganhos de uns se baseiam na derrota de outros. E sim um jogo cooperativo, como uma brincadeira de criança, onde o objetivo é apenas brincar, se divertir, se alegrar, e não ganhar ou perder.

Quando somos crianças, viver é tão fácil, é tão leve. Por que se torna pesado quando nos tornamos adultos, se a criança continua viva em nós, nas nossas lembranças? Talvez seja preciso sempre recordá-la para buscarmos novamente essa leveza.

Não podemos controlar o “jogo” da vida. Os dias são incertos, e o amanhã não existe até virar presente.  Então, por que não abraçar e aceitar todos os aspectos do mundo que não podemos mudar?

E mesmo aqueles referentes a nós mesmos que podemos mudar, por que não abraçar assim mesmo enquanto não modificamos? Por que não abraçar hoje aquela pessoa querida? Por que não encontrar com os amigos e reatar uma amizade que parecia perdida? Por que não perdoar e seguir em paz?

Por que se prender aos “nãos” da vida, se ela só precisa do nosso sim para continuar a fluir? Não precisamos do sim dos outros, apenas do nosso próprio sim para os nossos sonhos, para a nossa imaginação, ao construirmos um mundo melhor primeiro dentro de nós mesmos.

Cada dia é um novo ciclo de uma história que não tem fim, enquanto estivermos vivos. Nada de negativo que venha de fora pode modificar o que levamos dentro quando escolhemos viver, sonhar, fantasiar, e batalhar pelas realizações.  Nossas fantasias são saudáveis quando podemos construir pontes para alcançá-las.

Só é preciso parar de jogar e começar a brincar de viver para ser feliz!

Como diz a música Brincar de viver do Guilherme Arantes:

“Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim. Continua sempre que você responde sim à sua imaginação. A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não.”

TEXTO DE: Priscila Mattos
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 01 de Agosto de 2.017.
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Somos gente, não robôs!

Uma pessoa amiga questionava sobre o porquê da sociedade criar tantos rótulos e existirem tantos preconceitos sobre o outro. Daí, tive a intenção de escrever o que penso a respeito desse assunto.

Somos bombardeados com a ideia de que devemos ter um corpo magro para sermos elegantes, ou musculosos, para sermos atraentes, em especial, neste último caso, para os homens.

Somos questionados sobre o nosso estado civil, se somos casados, solteiros, divorciados ou se moramos junto com alguém – e ser solteiro ou divorciado, já traz uma notória carga de ideias preconcebidas tipo: por que está solteiro(a), por que está divorciado(a), como se esses detalhes definissem a pessoa que somos no íntimo, sendo que isso também é uma questão de ‘foro íntimo’ e a ninguém interessa saber ou questionar.

Somos quase que cobrados a pertencer a uma religião, para não sermos tachados de ateus, agnósticos ou pessoas não tão confiáveis, como se religião fosse sinônimo de se ter Deus no coração. E, definitivamente, não é.

Deus não mora em templos feitos por mãos humanas, pois que Ele habita dentro de cada um que Nele crê e sobretudo, nas almas que têm amor nos corações.

Somos bombardeados com propagandas sobre o último carro, o último modelo de computador, de celular, como se possuir tais itens fosse nossa realização pessoal, nosso status de ‘moderninhos’, tudo como ‘manda o figurino’.

Somos sutilmente cobrados por ideais políticos, como se nossa neutralidade ou qualquer opção contrária ao da maioria, mostrasse o real significado de nossos ideais intrínsecos, como seres pensantes e dotados de livre arbítrio.

Somos muitas vezes obrigados a “engolir o choro”, para não parecermos fracos, como se a nossa grandeza como seres humanos, estivesse em não termos sentimentos, ou não demonstrá-los.

Parece que temos que seguir a moda no vestir, no falar, no corte de cabelo, como se essas coisas fossem uma marca de que não estamos alienados do que se passa ao nosso redor.

Lembrei-me do “O Último Discurso” de Charles Chaplin, quando ele maravilhosamente disse: ” Não sois máquinas, homens é o que sois!”

Assim, não devemos abrir mão do que realmente somos, do que acreditamos, do que pensamos, do que sentimos, para agradar a uma sociedade que não estará nem aí, quando partirmos.

Seremos aí, apenas uma vaga lembrança a ocupar um possível porta-retratos de alguém que nos compreendeu e nos aceitou como somos. Nada mais do que isso.

Somos gente e não robôs!

TEXTO DE: Lu Prado
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 31 de Julho de 2.017.
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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Se você tem uma dificuldade, algo que lhe tira o sono, talvez a solução seja deixar ir...

Uma luz no fim do túnel. Tá difícil? Complicado? As dificuldades ou desafios para quem é mais positivo, fazem parte de nosso cotidiano. Se olharmos à nossa volta podemos perceber que há pessoas que parecem levar uma vida mais leve, com mais alegria e satisfação, e outras que parecem carregar uma montanha de pedras nas costas.

De uma forma ou de outra todos nós temos dificuldades. E segundo a escritora Patrícia Cândido em "O caminho do Buscador": "Como dizia Buda, vivemos em um mundo de ilusão, com diversos níveis de realidade e que só podem ser percebidos de acordo com o grau de evolução da nossa consciência."

Isso me faz pensar em um jogo de videogame: quanto mais alto o nível, maior o desafio, mas também maior é a habilidade do jogador. Ok, mas o que isso tem a ver com uma luz no fim do túnel?

Dias atrás eu estava com uma dificuldade técnica angustiante: não conseguia configurar o serviço de e-mail com meu site. Terminei de escrever meu primeiro e-book (gratuito) e estava ansiosa para publicá-lo. Três dias se passaram sem nenhuma solução. À noite fiz a conexão de 4 etapas e pedi: "Amigos espirituais, mostrem-me uma luz no fim do túnel; se até amanhã eu não tiver resolvido, significa que não devo publicar o livro."

Pela manhã, após retomar o "problema" tive uma intuição: publicar o e-book direto na página do Facebook, sem ter que conectar o site com o serviço de e-mail, simples assim! Ufa, que alívio! E deu certo! E sabe qual foi a maior lição disso? 

Quando seguimos o fluxo da vida, ela flui, mesmo que atribulada e cheia de tarefas, as coisas acontecem; mas quando queremos carregar pedras e racionalizar demais o fluxo da vida fica truncado. 

A razão é muito importante, mas para fluidez de nossa vida, a energia mental deve andar junto com as outras energias básicas (física, emocional, espiritual). Então, se você tem agora uma dificuldade, algo que lhe tira o sono, algo que não consegue resolver mentalmente, talvez a solução seja exatamente essa: o deixar ir.

Dessa forma, você consegue perceber (visualizar, sentir, intuir, conscientizar-se de) outras alternativas, ou seja, ou mudar de nível no jogo, ou mudar de jogo! 

Eu mudei de nível!

TEXTO DE: Simoni Venturini 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 29 de Julho de 2.017.
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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Perdoe a minha sinceridade, mas fingir não me faz bem.

Vivemos cercados por tantas mentiras, por falsidades e joguinhos de interesses, que quando somos sinceros, assustamos ao próximo, desacostumado com a boa e velha honestidade.

Já antecipo de antemão, talvez ser sincero em demasia, não seja a melhor opção. Nem todos sabem lidar com uma boa conversa onde os personagens estão despidos de suas máscaras. Em muitos casos, falar a verdade soa grotesco. E não é esta a intenção.

A política da boa vizinhança é mais bem aceita. Afinal, ironicamente, preferimos interlocuções com aqueles que concordam com o que dizemos. Ser contrariado, sem vitimar-se, é para os fortes. E o mundo, em algumas vezes, faz-me crer, que em sua maioria, é habitado por aqueles que prezam o faz de conta.

Lidar com a verdade, mesmo que num primeiro momento doa, nos impulsiona a resolver um problema e seguir nosso caminho. Somos nós que escolhemos se as verdades que nos sãos ditas, doem ou não. Se queremos caminhar tateando no escuro, ou simplesmente acender a luz e ver o que está bem diante dos nossos olhos.

Ocultar realidades por medo de como seremos compreendidos ou por receio de ferir quem as escuta, é contentar-se com metades, com mentiras. E nem mesmo as mais piedosas, são justificáveis. Não temos em nossas mãos o poder de decidir o que machucará, escutando ou falando, o que é realidade.

É impossível aceitar que na verdade, aquela dita com o coração, exista mais maldade do que a mentira, a falsidade, a utopia e a hipocrisia. O que me dói, é a confiança traída, o cristal quebrado, a escolha alheia daquilo que eu posso ou não lidar com serenidade.

Por medo de nos revelarmos ou magoar aqueles que amamos, nós nos tornamos verdadeiros personagens de um mundo de faz de conta. Escondemos fatos, tentando agradar, esquecendo que a vida não é feita de algodão doce e que para que cheiremos o perfume inigualável de uma rosa, numa manhã qualquer de primavera, vez ou outra, podemos nos espetar em alguns espinhos.

Relações verdadeiras não podem e nem devem ser solidificadas em pilares construídos com mentiras, pudores e receios. A superficialidade não me atrai. Ao contrário, causa-me repulsa.

Prefiro, infinitamente, que a sinceridade a mim direcionada desça em minha garganta como um pirão de água e farinha, do que a falsidade verbalizada e purpurinada com essência de maçã do amor, vestida com uma fantasia de carnaval.

Não precisamos escancarar a realidade como um tapa de mão aberta no rosto do distraído. Porém, jamais, tratemos a verdade como uma face coberta com todos os recursos utilizados num tutorial de maquiagem.

Eu acredito que com pequenas mentiras, perdemos grandes pessoas. Pois a mim, elas perdem agindo com falsidade. Como li um dia desses, por aí, "a verdade crua sempre será mais bonita que qualquer mentira produzida".

TEXTO DE: Karol Pinto
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 28 de Julho de 2.017.
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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Que a gente esteja cercado de amor...

Amor, esse sentimento tão nobre que deixa a alma colorida, o coração em paz e a cabeça nas nuvens. Tão discreto e tão transformador.

Que a gente tenha amor pela nossa família, seja lá o formato que ela tiver: mãe, pai e avós; mãe e filho; marido e cachorro; marido, filhos e passarinho; esposa, sogra, criança e tartaruga; tios, primos e irmãos; sobrinhos, afilhados, netos e enteados; madrasta, padrasto, pais adotivos, mães de coração. Que aos domingos a gente possa se reunir com essas pessoas para comer uma bela macarronada, falar sobre a vida, contar sobre a nossa semana, celebrar nossos planos, dar um ombro amigo, receber um colo com cafuné.

Que a gente tenha amor pelos nossos amigos, parceiros de jornada, que estão perto ou distantes. Que aos sábados a gente possa se encontrar com eles para pegar um cineminha, dar uma volta na cidade ou ficar em casa, dando risadas, compartilhando histórias, jogando conversa fora, dando conselhos, recebendo conforto.

Que a gente tenha amor pelo nosso trabalho. Que as segundas-feiras sejam começos deliciosos de semana, para a gente aprender sobre a nossa profissão, ajudar ao próximo e executar nossas funções com brilho no olho. Que a gente tenha uma rotina de trabalho que faça sentido.

Que a gente tenha amor pela natureza. Que dias comuns sejam vistos como uma obra de arte do universo: o céu azul, uma criança brincando na rua, um cachorro passeando livremente. Que a gente possa perceber a grandiosidade nessas pequenas coisas - mais um dia, o sol brilhou no céu.

Que a gente tenha amor no nosso relacionamento: namoro, casamento, noivado, aberto. Que a gente admire a pessoa que está ao nosso lado, que tenha carinho, afeto e companheirismo sempre, em dias especiais ou em meio a rotina.

Que a gente tenha amor pelos lugares onde a gente passar. Pode ser o caminho para o trabalho, uma cidade nova, o nosso bairro, a padaria onde a gente toma aquele cafezinho, a escola do nosso filho, não importa: o importante é perceber a diferença que esses lugares fazem na nossa vida, e construir laços por ali, nem que seja apenas com um sorriso, um "bom dia" ou um "muito obrigada".

Amor, amor, amor. Que a gente esteja cercado de amor, para espalhar o bem e estar sempre em sintonia com energias cada vez melhores.

TEXTO DE: Paloma Carvalhar
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 27 de Julho de 2.017.
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terça-feira, 25 de julho de 2017

Às vezes, o jeito é desapegar de vez!

Todo mundo já entrou em desarmonia com alguém: parente, vizinho, colega de trabalho, amigo ou ex amor. Se você como eu ainda é um ser humano em desenvolvimento, sabe bem que isso faz parte do nosso dia a dia.

Todos estamos sujeitos a ter desafetos e já passamos (ou estamos passando) por algum desajuste com alguém que conhecemos em um determinado momento de nossas vidas.
Uma simples discussão, uma história mal falada, mal contada ou mal compreendida, pode sim, tornar-se um pesadelo. Às vezes, deixamos os atritos irem tão longe, a ponto de pensarmos: como chegamos a esse ponto?

Pior ainda é quando toda essa carga passa a pesar não somente sobre nossa mente, mas sobre o nosso corpo. Inquietação, insônia, gastrite e mal-estar são alguns dos sintomas que sentimos. Deixamos de caminhar e o nosso foco principal passa ser aquela pessoa, que martela no nosso pensamento, tornando difícil a tarefa de seguir em frente.

Quando o desgaste emocional bater à porta e não houver mais qualquer alternativa de resolução do problema, não tenha dúvidas de que o melhor a fazer é sair de cena e seguir a diante. Porque não escolher uma nova trajetória e deixar a vida se encarregar de quem nos fez mal? É hora de desapegar de vez!

Entenda desapegar como seguir em frente, dando a volta por cima naquela situação desgastante. Temos sim a possibilidade de escolher levar uma vida livre de preceitos, regras pré-estabelecidas e da opinião alheia. Se você já viu que não se encaixa mais nessa história, ou não quer mais seguir com esse sofrimento, então ,saiba que é hora de criar um novo mundo para você, pois você é livre.

Se a divergência de ideias entre você e quem lhe fez mal foi o ponto de partida para essa história, então, que sua própria disposição para deixar tudo para trás, seja o ponto de partida para que o que há de vir.
Se você não sabe bem como vai começar a desatar esse verdadeiro nó, peça a Deus que ilumine não só o seu caminho, mas o que caminho de quem você escolheu deixar para trás.

Eu tenho certeza de que não será fácil no começo, mas com o passar do tempo, você verá que é, sim, possível desejar o melhor para quem lhe fez mal. Você perceberá como é engrandecedor seguir adiante tendo consciência plena sobre tudo o que aconteceu, ainda sabendo que você fez de toda essa história uma lição que lhe trouxe crescimento e maturidade espiritual.

Que tudo que você escutou de ruim possa lhe servir, não para chorar, mas que seja o verdadeiro impulso para criar uma nova história, com novas ideias, hábitos e com pessoas que estarão no seu novo padrão vibratório. Você conhecerá outros vencedores que, como você, também deram a volta por cima.

Por isso, quando estiver certo de que alguém não lhe faz bem, não tenha medo de desapegar! O desapego é só o primeiro passo para que você possa seguir em direção ao futuro incrível que lhe aguarda.

Muita luz e muita força sempre!

TEXTO DE: Leonardo Pugliese
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 26 de Julho de 2.017.
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sábado, 22 de julho de 2017

Se você esperar até se sentir pronto, vai esperar pelo resto da vida…

A vida não espera a gente ficar pronto para nada, parece que ela nunca tem tempo, o nosso tempo. Tudo é imprevisível, nada é seguro, e a todo instante nos deparamos com o que não queríamos, não gostaríamos, jamais esperávamos.

Nós nos preparamos todos os dias para o amanhã, estudando, planejando, economizando, na esperança de que o futuro sempre seja melhor do que o hoje. Vamos, assim, nutrindo sonhos de desfrutar o que desejamos no momento certo, quando estivermos preparados para aproveitar o que queremos, junto a quem amamos. É assim que conseguimos lutar e levantar a cada manhã.

Juntamos dinheiro para a tão sonhada viagem a Paris. Economizamos, trocando os shoppings pelas lojas de construção, lutando por cada tijolo da casa que abrigará o nosso lar. Investimos o que podemos e não podemos em nossos filhos, dispondo-lhes inúmeras chances de vencerem na vida. Estudamos, fazemos cursos e mais cursos, sonhando com uma promoção no emprego, ou mesmo com uma proposta que nos eleve ao topo da cadeia empregatícia.

E a gente quer, sobretudo, amar e ser amado, encontrar aquele amor à primeira, segunda e infinitas vistas, aninhando nosso coração junto a sentimentos recíprocos e inteiros. A gente quer ser valorizado por tudo o que temos e podemos oferecer, quer ser admirado e reconhecido pelos pais, pelos amigos, pelo patrão. A gente quer ser um bom exemplo para os filhos, vivendo uma vida correta, para sermos espelhos de tudo o que é bom e faz bem. A gente deseja ser feliz, acima de tudo, junto de quem nos torna melhores.

Mas a vida não espera estarmos prontos para nada, ela parece que nunca tem tempo, o nosso tempo. Tudo é imprevisível, nada é seguro, e a todo instante nos deparamos com o que não queríamos, não gostaríamos, jamais esperávamos.

Porque sempre teremos a impressão de que não ainda estamos preparados para atravessar as provas que se nos impõem inadvertidamente, dia sim e no outro de novo. Nunca estaremos seguramente prontos, principalmente para sofrer os reveses, que não serão poucos.

É bom nos precavermos, planejarmos, economizarmos, para que possamos atravessar ventanias com maior segurança e viver uma velhice ao menos tranquila, porém, caso essa tentativa de controle for excessiva, acabaremos nos decepcionando amargamente. Porque, como se disse, nada nesta vida é uma certeza e apenas a segurança do amor verdadeiro é que nos sustentará durante as noites frias que virão. O amor verdadeiro, sim, é a certeza da vida. Nem mais.

TEXTO DE: Marcel Camargo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 25 de Julho de 2.017.
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Tempo de mudanças… – Tudo muda. Nós mudamos o tempo todo…

Tudo muda. A inconstância faz parte de nossa existência. A natureza muda a todo o tempo. Nós mudamos a todo o tempo.

A vida é uma constante transformação. Em contraponto, vivemos em uma sociedade que busca a estabilidade. Seu trabalho/carreira deve ser estável. Sua vida afetiva deve ser estável.

E essa loucura contraditória nos deixa mais perdidos do que “achados”: ser bem-sucedido significa viver na constância da estabilidade. Como isso é possível?

Não há o que responder. A estabilidade é uma regra que nos é ditada desde muito cedo. Nossas buscas estão sempre pautadas na estabilidade. “Qual faculdade fazer? Como está o mercado?” E começam aí nossos brigas internas.  A vida vira aquele “estudar, graduar, estar bem empregado, viver um bom relacionamento, comprar uma casa, casar, filhos”. Ufa!

Tudo na perfeita estabilidade, claro! Afinal, a vida é igual pra todo mundo, certo? Somos tão distintos, mas nos dizem muito cedo os passos que devemos seguir. Que ironia! Criaram a receita do sucesso e ela não nos atende.

Somos muito mais versáteis do que acreditamos. Limitamo-nos na crença da constância. Sofremos por esse desencaixe, por não cumprir essa regra. Não sabemos lidar com as mudanças pois criamos um muro. Perdemo-nos dentro desse limite que nos foi imposto. Perdemos por não aceitar a realidade das mudanças. Culpamos a nós mesmos por ser a metamorfose ambulante como já cantava Raul, por não mais [necessariamente nessa ordem] sonharmos com a nossa casa, enquanto em muitos casos preferimos devorar o mundo, explorar, viver outras experiências.

Nós nos culpamos quando aos 30, aos 40 ou aos 50, queremos mudar nosso rumo. A vida já deveria estar ali construída tijolo por tijolo, faltando tão pouco para a perfeição.

Essa mesma culpa torna nossa instabilidade uma doença. E cada necessidade de transformação, torna-se um desafio que não é vivido como aventura. Sofremos ao invés de aproveitar cada mudança.

Criamos obstáculos, sabotamos a nós mesmos. Mudar vai de encontro com a nossa proclamada estabilidade. Em tudo na vida precisamos alcançar esse lugar que nos priva de nós mesmos. Precisamos de [muita] terapia para lidar com a nossa própria natureza humana. Nosso crescimento, nossa transformação, nosso florescer. Somos nossa maior barreira. Criamos outras mais que ditam regras. Essas com as quais não conseguimos viver felizes. Regras que por tantas vezes são cumpridas no automático. Regras que não concordamos, mas nos cobramos vivê-las.

Perante outros fatores, somos uma sociedade que adoece por não viver o que quer. Sofremos de culpa por não nos encaixarmos nessa vida programada. Bloqueamos nossas próprias transformações pelo caráter “instável” delas.

A vida muda. A natureza muda. E nós criamos regras que condenam tais mudanças. E desaprendemos a passar por essas etapas, acomodamos na lama para não sair do lugar comum.

Que ainda haja tempo de aceitar a nossa natureza. Que ainda haja tempo de aprender a amar cada transformação. Que tenhamos saúde para viver de forma plena cada uma delas. Que nossa vida não seja apenas sombra, que seja sempre bem vivida.

O poeta já diz: “Prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.”

TEXTO DE: Ellen Pederçane
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 24 de Julho de 2.017.
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quinta-feira, 20 de julho de 2017

NÃO VALE A PENA: SOBRE TUDO O QUE APRENDI SOBRE CONDICIONAMENTOS

Depois de tantas buscas, de tantos sonhos, de tantos encontros e desencontros, surpresas, decepções, recordações, cicatrizes, pausas, atropelos, gente que veio, gente que foi, gente que nunca esteve de verdade, acho que a minha mais pura e sincera intenção é a de não condicionar as minhas atitudes na vida, a de simplesmente ser e fazer o que eu acho que tem que ser feito, sem ressalvas, sem porém, sem depender de nada além de uma escolha minha. Mesmo que eu erre.

Aprendi, ao longo do tempo, que a vida não pode ser encarada como um depender disso ou daquilo para acontecer, como se a bondade ou a maldade ou a gentileza ou o respeito ou o próprio amor exigissem condições e garantias, do tipo “eu só vou ser gentil e te respeitar se você for gentil e me respeitar também” ou “eu só vou te ajudar se você me ajudar também ou se eu ganhar alguma coisa com isso” ou “eu vou te amar desde que”.

Aprendi com a vida a não condicionar, a não ser e agir de acordo com as circunstâncias, por mais que às vezes elas me confrontem e exijam de mim aquilo que ainda não tenho condições de dar.

Mas eu sigo tentando. A cada dia, num só por hoje que virou mantra, sigo tentando me sentir confortável dentro da minha própria pele, vestir a alma e me despir de máscaras, rótulos e disfarces para ser simplesmente do jeito que sou, com todas as imperfeições e padrões que eu ainda não soube transformar, com todos os sentimentos que às vezes explodem em emoções não tão generosas sobre mim e sobre o outro, com todos os julgamentos e críticas que ainda me pegam e me machucam muitas e muitas vezes.

Sigo tentando. Porque aprendi que o caminho de cada um é e sempre será o caminho de cada um. E que a dor ensina e que o erro ensina e que se levantar após uma queda é muito mais valoroso do que nunca ter caído.

Aprendi, depois de me recolher muitas vezes nos silêncios dos meus próprios gritos internos, a não engolir sapo do meu próprio ego, a falar “não” quando eu tiver vontade, a revelar para o outro e para mim mesma o que eu estou sentindo e pensando naquele momento, mesmo sem garantias de reciprocidade, compreensão ou empatia.

Aprendi, depois de me frustrar e me decepcionar muitas vezes com o comportamento de alguém, a não criar expectativas sobre absolutamente nada nem ninguém – e não querer controlar o que não está sob o meu controle – porque cada ser humano é um universo infinitamente particular, de forma que não há nada mais poderoso do que o olhar para dentro. Ninguém muda ninguém, a não ser a si mesmo.

Depois de alguns murros em ponta de faca, aprendi a encarar a vida com mais leveza e mais humor. E a respeitar e me orgulhar de cada marca no meu rosto, de cada imperfeição no meu corpo, de cada cicatriz na minha pele, porque todas essas coisas são parte da minha história, parte de mim, de quem eu fui, de quem eu sou, de tudo o que vivi na vida.

Só por hoje – mantra de sempre – decidi esquecer as pressões que às vezes nos sufocam, respirar respirando, abraçar abraçando, olhar enxergando, porque às vezes a gente não respira como tem que respirar. E não abraça como tem que abraçar. E também só olha, mas não vê realmente. E então os respiros viram dores no peito, e os abraços viram tapinhas nas costas, e as coisas bonitas e verdadeiras passam despercebidas pelo caminho.

Mas eu sigo tentando. Como acredito que todo ser humano deveria fazer um pouquinho. Escutar a música preferida, caminhar de pés descalços, sentir a chuva caindo sobre a pele, escrever aquela carta de amor, cantar e dançar sem medo do ridículo, colecionar amizades e boas lembranças no coração, abrir as janelas da alma, deixar o vento despentear o cabelo, aniversariar todos os dias, viver intensamente todos os momentos, estar efetivamente presente no tempo presente, comer sem culpa, dizer “não” sem culpa, ser feliz sem ressalvas e sem porém. Respeitar-se nas suas limitações. Amar-se nas suas imperfeições. Parar quando sentir que deve parar. Não se culpar tanto. Não se julgar tanto. Não se comparar tanto com nada nem ninguém. Dar asas à imaginação. Acreditar um pouco mais nas pessoas. Acreditar um pouco mais em si mesmo. Sorrir mais. Arriscar mais. Telefonar para um amigo. Desvirtualizar as relações. Ajudar mais. Ajudar-se mais. Ser um pouco mais paciente e mais generoso. Sonhar. Aprender com o outro. Aprender com você mesmo. Não se achar o dono da verdade nem o mais inteligente da mesa. Nunca. Abraçar o que te faz sorrir. Não ter vergonha de amar. Não ter vergonha de ser quem é.

Acho que foi este o meu maior aprendizado na vida: não ter vergonha de ser quem eu sou.

Você não precisa da aprovação de ninguém para fazer o que sabe que tem que ser feito. Simplesmente, não condicione.

Vai lá. E faz.

TEXTO DE: Ana Paula Ramos
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 21 de Julho de 2.017.
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QUE SEJA INFINITO ENQUANTO MUDAR

“Eu sei que tem pessoas que dizem que essas coisas não acontecem, e que isso serão apenas histórias um dia. Mas agora nós estamos vivos. E nesse momento, eu juro. Nós somos infinitos”.

(As Vantagens de Ser Invisível)

Eu sei. Você sabe. No fundo, bem lá no fundo, a gente sempre soube. Algumas coisas, por mais simples e pequenas que pareçam, precisam de tempo para ser entendidas, digeridas, apreendidas. E aceitas. Sobretudo, aceitas. Acontece muito isso. Você encontra aquelas pessoas todos os dias e, de repente, olha para o rosto de alguém e se dá conta de que alguma coisa mudou. Você olha no espelho e, por um momento, não se reconhece mais. Aquele grande amigo de infância foi embora sem que você tivesse se dado conta. Pessoas com as quais você dividiu uma vida inteira, no curso do tempo, tornaram-se completas desconhecidas. E te mostraram que uma vida inteira pode ser muito pouco quando se tem pela frente toda uma vida. Quando foi que se perderam assim? Quando foi que você se perdeu? Eu sei. Você sabe. Talvez você tenha mesmo a sensação de que tudo esteja diferente, de que as pessoas mudaram, as circunstâncias, os amigos, as estações, os passeios, os assuntos e até mesmo alguns planos e sonhos. E então você se atenta para uma verdade simples, dessas que ficam escancaradas bem na nossa frente, mas que, por nos importarmos demais com tudo o que é externo, nem sempre conseguimos enxergar: não foi o mundo que mudou. Quem mudou foi você.

Será que houve momento exato? Será que infinitos têm pontos finais? Eu já achei que era pra sempre um montão de coisas, até descobrir que é na eternidade do momento presente que elas têm que viver. Ninguém sabe ao certo o que nos espera lá na frente. Ninguém sabe ao certo se o lá na frente realmente existirá um dia, por mais planos e sonhos e metas que a gente trace daqui e dali. O futuro é uma incógnita, um ponto de interrogação, e por mais previsível que ele possa parecer às vezes, existe uma infinidade de coisas que não estão sob o nosso controle.

Deixar de querer controlar o mundo. De todas as lições que venho aprendendo ao longo dos anos, talvez seja esta a que mais tenha me empoderado diante da vida: algumas coisas dependem da gente, outras, não. A vida é o que se faz da vida. O mundo é o que se enxerga do mundo, de modo que ninguém tem o poder de controlar ninguém. O caminho de cada um é e sempre será o caminho de cada um. Você pode caminhar comigo. Eu posso caminhar com você. Mas, por você, eu não posso. E você também não pode por mim. Por melhor que seja a nossa intenção, por mais que a gente se esforce, se cobre, se entregue, se jogue e até se martirize, a gente não tem o poder de mudar o que não quer ser mudado, nem de ajudar o que não quer ser ajudado, nem de prender aquele que não quer mais ficar.

Deixar ir. Porque tudo que se revela no amor só pode existir em liberdade. Pessoas têm tempos diferentes. Acontecimentos têm tempos diferentes. Não adianta sofrer por algo que não depende de você. Não adianta perder a serenidade e o equilíbrio por algo que não quer ser diferente do que é.

Tem gente que era o nosso infinito. Consegue entender o que eu digo? Você respirava aquela pessoa. E condicionava os seus próximos passos aos passos dela, como se só fosse possível existir assim, como se tudo o que fosse realmente significativo dependesse disso, inclusive a existência de um chão no qual pisar. Até que um dia, sabe-se lá como e por que, o infinito acaba, a vida te tira o chão. E, supreendentemente, quando tudo parecia ruir, você descobre aí dentro uma força capaz de te impulsionar. Você perde o chão, mas ganha asas. E começa a respirar sozinho.

Às vezes, nem sempre por uma escolha consciente, acontece de a gente deixar de ser o personagem da história de alguém para virar o protagonista da nossa. E é nesse momento, quando nos empoderemos e nos assumimos cocriadores da nossa própria realidade, que descobrimos o segredo que a bem da verdade já não é segredo nenhum. A chave da nossa felicidade não pode estar em outras mãos que não sejam as nossas próprias.

Coisas ruins vão acontecer. Como eu sempre digo, às vezes você vai mesmo ter que catar os caquinhos do chão e tentar refazer-se com o que restou de tudo isso. Talvez seja mesmo necessário perder e sofrer e cair e perder novamente e sofrer novamente e cair novamente e pensar em desistir várias e várias vezes antes de levantar e seguir em frente, apesar de todos os pesares.

Talvez, bem talvez, seja mesmo preciso perder o chão pra que a gente descubra o quanto é infinitamente capaz de voar.

Ser infinito. E então, um dia, num daqueles dias que valem por toda uma vida, a gente desperta para aquela verdade há muito escancarada dentro de nós: infinito não é o que não tem fim, mas, sim, o que sempre representou um novo começo.

É na eternidade do momento presente que tudo tem que viver. Inclusive, os nossos infinitos. E os nossos recomeços também.

TEXTO DE: Ana Paula Ramos
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 21 de Julho de 2.017.
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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Porque dói tanto ter que deixar partir quem a gente sempre quis que ficasse, mas que nunca nos fez bem?

A gente não precisa fugir dos sentimentos, mas confrontá-los quando a força deles em nós esta ligada aos significados que nós mesmos construímos em relação aquela pessoa o tempo em que estivemos do lado delas. A gente cria sonhos, expectativas e até qualidades.

A gente imagina uma vida, a gente começa a viver todos os dias já pensando no que fazer amanhã, e, quando os nós se desatam, quando a venda cai dos nossos olhos, quando começamos a sentir que ele(a) não é nada daquilo que nós por descuido desenhamos, nos decepcionamos, e é ai que entra o trabalhar do tempo e a nossa decisão em continuar vivendo sem permitirmos com que toda aquela desilusão nos acompanhe.

Alguns relacionamentos não são pra ser! Só que a gente só aprende isto depois que dá com a cara na porta, depois que se fere, que se lasca pela vida afora, que comete tantos absurdos por um alguém que realmente não está na vontade de Deus pra nós.

Mas o bom disto tudo é que quando nos colocamos aos cuidados dEle, permitindo com que Ele nos cuide, uma das primeiras coisas que Ele faz é nos livrar do mal, é nos tirar do caminho que esta nos direcionando a um abismo profundo e sem volta, é nos afastar do que só nos causará danos futuros, e 
sabe o que acontece? A gente fica sem chão, sem entender absolutamente nada, sofrendo, se lamentando e achando que é por amor.

Nenhuma perda traz alegria, mesmo que seja daquilo que só nos maltratava, e sabem porque? Porque tudo que esta grudado, forçado, pregado em nós pela insistência dói quando precisa ser arrancado. Dói quando precisa ser destruído, dói quando precisa ser lançado pra longe sem culpa ou remorso.

Mas a ferida que fica é cicatrizada pela nossa força de vontade, e, pelo que nós descobrimos após tudo que se foi e que até ontem parecia ser o nosso porto seguro.

TEXTO DE: Cecilia Sfalsin
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 20 de Julho de 2.017.
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domingo, 16 de julho de 2017

O que cada emoção está desesperadamente tentando lhe dizer

Seu espírito e corpo se comunicam com você de várias maneiras. Uma delas é a linguagem das emoções.

Elas se manifestam em maneiras que podem afetar seu pensamento racional, normalmente, deixando-o confuso por se sentir de certa maneira em dado momento.

Se você aprender a se comunicar consigo mesmo, você vai descobrir que todas as emoções, “boas” ou “ruins”, na verdade, estão ali para ajudá-lo.

Elas são como um mapa que lhe mostra o que está fora de alinhamento e onde você precisa prestar mais atenção e logo corrigir.

Não há emoções negativas ou positivas. Na verdade, existem emoções que exigem que você dê um passo para trás e ouça bem, e há emoções que o incentivam a seguir em frente, repleto de energia.

Mas todas essas emoções estão lá para nos ajudar a viver a melhor vida que pudermos ter.

Costumamos evitar emoções “negativas”, seja fugindo ou nos distraindo delas. Isso é quando elas se tornam negativas. Tudo que você tem a fazer é abraçá-las e ouvir o que elas têm a dizer. Elas expressam algo que as camadas mais profundas de si mesmo tentam  lhe dizer.

Isto é o que cada emoção está tentando lhe dizer:

Amargura: Mostra onde você precisa se curar, onde você ainda está mantendo julgamentos sobre os outros e de você mesmo.

Ressentimento: Mostra onde você está morando no passado e não permite que o presente fique como está no momento.

Desconforto: Mostra que você precisa prestar atenção no agora, naquilo que está acontecendo no presente. Você sente isso porque está sendo dada a oportunidade de mudar, fazer algo diferente do que você normalmente faz.

Raiva: Mostra pelo o que você é apaixonado, onde estão os seus limites e o que você acredita que precisa mudar sobre o mundo.

Decepção: Mostra que você tentou algo, que não cedeu à apatia, e que você ainda se importa.

Culpa: Mostra que você ainda vive a vida nas expectativas de outras pessoas sobre o que você deve ser e fazer.

Vergonha: Você está internalizando as crenças de outras pessoas sobre quem você deveria ser e que precisa se reconectar com si mesmo.

Ansiedade: Mostra que você precisa acordar, agora mesmo, e que você precisa estar presente. Ela mostra que você está preso no passado e vive com medo do futuro.

Tristeza: Mostra a profundidade do seu coração, a profundidade do seu cuidado para os outros e com este mundo, a profundidade dos seus sentimentos.

TEXTO DE: Traduzido pela equipe de O Segredo  Fonte: Life Coach Code
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 19 de Julho de 2.017.
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A vida é uma dança.

Quando uma porta se fecha, outra se abre; quando um caminho termina, outro começa... nada é estático no Universo, tudo se move sem parar e tudo se transforma sempre para melhor.

Habitue-se a pensar desta forma: tudo que chega é bom, tudo que parte também. É a dança da vida... dance-a da forma como ela se apresentar, sem apego ou resistência.

Não se apavore com as doenças... elas são despertadores, têm a missão de nos acordar. De outra forma permaneceríamos distraídos com as seduções do mundo material, esquecidos do que viemos fazer neste planeta. O universo nos mandou aqui para coisas mais importantes do que comer, dormir, pagar contas...

Viemos para realizar o Divino em nós. Toda inércia é um desserviço à obra divina. Há um mundo a ser transformado, seu papel é contribuir para deixá-lo melhor do que você o encontrou. Recursos para isso você tem, só falta a vontade de servir a Deus servindo aos homens.

Não diga que as pessoas são difíceis e que convivência entre seres humanos é impossível. Todos estão se esforçando para cumprir bem a missão que lhes foi confiada. Se você já anda mais firme, tenha paciência com os seus companheiros de jornada. Embora os caminhos sejam diferentes, estamos todos seguindo na mesma direção, em busca da mesma luz.

E sempre que a impaciência ameaçar a sua boa vontade com o caminhar de um semelhante, faça o exercício da compaixão. Ele vai ajudá-lo a perceber que na verdade ninguém está atrapalhando o seu caminho nem querendo lhe fazer nenhum mal, está apenas tentando ser feliz, assim como você.

Quando nos colocamos no lugar do outro, algo muito mágico acontece dentro de nós: o coração se abre, a generosidade se instala dentro dele e nasce a partir daí uma enorme compreensão acerca do propósito maior da existência, que é a prática do AMOR. 

Quando olhamos uma pessoa com os olhos do coração, percebemos o parentesco de nossas almas.

Somos uma só energia, juntos formamos um imenso tecido de luz... Não existem as distâncias físicas. A Física Quântica já provou que é tudo uma ilusão. Estamos interligados por fios invisíveis que nos conectam ao Criador da vida. A minha tristeza contamina o bem-estar do meu vizinho, assim como a 
minha alegria entusiasma alguém do outro lado do mundo. É impossível ferir alguém sem ser ferido também, lembre-se disso.

O exercício diário da compaixão faz de nós seres humanos de primeira classe.

TEXTO DE: Mensagem espiritual de André Luis
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 18 de Julho de 2.017.
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sábado, 15 de julho de 2017

A rosa interior...

Você não pode dar algo que não tem, só pode dar aquilo que já tem. Se a rosa interior não se abre, todo seu amor nada mais é que palavras. Se a rosa interior se abre, não há necessidade de dizer coisa alguma, nenhuma palavra é necessária. A fragrância em si basta para transmitir a mensagem.

Não importa o lugar em que você esteja ou a pessoa que lhe faça companhia, o amor irradia, pulsa, torna-se uma dança constante de energia ao redor. Mas, primeiro, a rosa do coração tem de se abrir — e ela só pode se abrir se você suprir a necessidade básica, que é a bem-aventurança.

As pessoas amam por desespero. Essa é a coisa mais impossível, não pode acontecer pela própria natureza da existência, não é possível.

As pessoas amam porque estão tristes. Elas procuram o outro porque estão solitárias, e o amor só é possível quando você é feliz. O amor só é possível quando você não se sente sozinho, e sim quando está sozinho; quando você não está chateado consigo mesmo, mas encantado, extasiado consigo.

A meditação ajuda você a ser bem-aventurado... E esta é a corrente: a meditação o deixa bem-aventurado, a bem-aventurança ajuda a rosa do coração a se abrir, e o amor então vem naturalmente, assim como a fragrância vem da rosa.

TEXTO DE: Osho
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 17 de Julho de 2.017.
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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Não desista de você!

Dias difíceis, quem nunca passou por eles? Provações, quem nunca experimentou suas amargas questões?

Todos nós, temos que enfrentar as dificuldades da vida, cheias de obstáculos, desafios, e incógnitas que devemos decifrar, para saber o que realmente a vida espera de nós.

O que ela quer, provavelmente, é que sejamos fortes e perseverantes, para que assim possamos resistir cada prova de fogo. E saber lidar com as mais diversas circunstâncias, e assim contornar cada barreira.

É sempre uma fácil tarefa? Não. Mas, algumas são um pouco mais fáceis, outras estão no nível “hard” super difíceis mesmo. O que na certa fará você acreditar que seja impossível. Mas vale lembrar que não há questões impossíveis para nós humanos, pois, se nossos problemas são de natureza humana, o provável é que o impossível seja inacessível. Os nossos problemas são difíceis, mas não impossíveis para se resolver.

Porém, há algo que eu tenho que lembrar: “ Você provavelmente estará sozinho, pois ninguém vai ajudá-lo a carregar sua cruz “ Mas isso vai depender da qualidade de amigos que você tem, isso mesmo, qualidade, esqueça a quantidade! Pois são nesses momentos que você realmente percebe que apenas conhece muitas pessoas.

Acostume-se com o fato de que muitos o verão afogar-se, e nenhum vai lhe jogar uma boia, nem que seja uma corda, um galho seco para estender e salvar. Não espere o socorro de ninguém, use sua força, mais provavelmente a força da coragem e determinação, para aprender a nadar. 

Também não espere que enquanto você estiver em queda livre, alguém possa ampará-lo, você vai 
cair, e só você mesmo vai se levantar.

Estou sendo pessimista em relação às amizades? Talvez sim, até porque esse caso não se aplica a todos, ainda há muitas amizades verdadeiras por aí, muitos ainda se importam, sempre há um ombro amigo e disponível; assim como também, alguns ouvidos atentos para emprestar as suas lamúrias e abraços confortantes, palavras carinhosas de encorajamento, pessoas que se importam e querem que você saiba que elas estão ali, prontas para ajudar a resolver alguns desafios com você.

Mas, nem sempre será assim, ouso dizer que, o que descrevi agora, são exceção. Pois, há muitos amigos na alegria, para desfrutar da mansidão da vida e aproveitar a brisa, sob a sombra. Mas ai de você quando estiver em tempos ruins, quando o céu escurecer, as águas se agitarem, e a vida colocá-lo de vez em plena tempestade, mais precisamente, no olho do furacão.

Esses amigos somem, esquecem seu nome, respondem suas mensagens com respostas curtas e secas, com um básico “ sim ou não “. E, de repente, você se torna um leproso da Galileia. É quando mais do que nunca, você não deve e nem pode desistir de você.

É duro não encontrar apoio e ter que caminhar sozinho, é doloroso não achar um descanso de um auxilio amigo, mas é preciso continuar seguindo em frente.

Na hora do sufoco, é só você por você mesmo. E aí, você vai se abandonar agora? Vai desistir de tudo, jogar a toalha e dar-se por vencido?

Não se enterre em vida. Lembre-se que você ainda tem 2 pés para atravessar o caminho, e cruzar abismos, mesmo sozinho. Quantos grandes vencedores do esporte, da música, do show business, empreendedores, deram a volta por cima, em um momento em que ninguém mais dava nada por eles – e esses exemplos são muitos, todos nós conhecemos algum. Agora, você imagine se essas pessoas tivessem desistido por falta de apoio, compreensão, ajuda, amizades.

Só você poderá vencer por si mesmo, não espere nada dos outros, espere e confie em sua determinação!

Mesmo que lhe falte forças para continuar, continue andando, mesmo que rastejando, mas não pare, ande o quanto puder, faça uma pausa e respire para recuperar o fôlego, mas continue seguindo em frente. Não dê atenção às chacotas, faça-se de desentendido a elas, ignore os deboches, perdoe os 
ingratos, mas continue sua jornada, pois o acreditar fará você alcançar. É difícil quando estamos desvalidos até para nossos pais, mas o essencial é que você ainda signifique algo para si próprio. O que não podemos perder, de jeito nenhum, é a confiança em nós mesmo.

Não importa quantos dias essa tempestade insista em ficar, porque em determinado momento, ela enfraquece e para de chover, o céu se abre, o pássaros cantam e o arco-íris resplandece.

É preciso existir noite para haver dia, até as trevas antecederam a criação da luz. Esse temporal vai passar e o que a vida quer, é a sua aposta em si mesmo, pois nada é para sempre, nem mesmo nossos problemas. Se tudo tem um fim, a sua provação também será finalizada.

Se não há prolongamento infinito dos dias ruins, é porque os bons também precisam chegar.

TEXTO DE: Alfreda Veríssimo 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 15 de Julho de 2.017.
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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Todos nós passamos por problemas, mas tenha certeza de que tudo se ajeita.

Todos nós passamos por problemas, mas tenha certeza de que tudo se ajeita. Acredite e continue sua tarefa de melhorar. Quem não passa por problemas, dificuldades. Quem não tem uma história pra contar. Seja ela Feliz, triste, interessante, surpreendente.

Eu parei pra refletir um pouco. Sentei-me e pensei: Quero me esquecer de tudo por um tempo se a mente permitir. Quero me desligar um pouco dos meus problemas, quero aprender a viver melhor e com mais condições de harmonia em meu interior.

Eu vi que meu caminho tem uma longa trajetória de erros e acertos, fatos que sucederam e me fizeram crescer, muitas vezes na marra.

Eu sempre fui uma pessoa que se apaixonou pelo intenso, que sempre quis de verdade encontrar alguém que não fosse como eu, mas que fosse de coração sincero, e que soubesse chegar sem querer desmanchar a estrutura que fui construindo, aos poucos, aqui dentro.

Eu sofri por amor, assim como tantos outros. Eu vivi dentro da caixa por um tempo, eu me fechei depois de achar que ninguém mais deveria ser confiável.

Hoje, ainda continuo na defensiva, depois de ver como o mundo lá fora machuca, como as pessoas continuam indispostas e sem vontade de proteger, amparar e segurar, de verdade, o coração do outro.

Muitas vezes, nossas histórias se confundem, pois são muito parecidas e cada um cuida de si como pode. Cada um foi viver à sua maneira. Deixando o tempo passar, deixando as dores mais brandas e vendo novamente o sol despontar no horizonte de luz.

Muitos encontraram novos amores, outros já preferiram um tempo de maior solidão interior. Só não queiram remexer nas minhas feridas, porque eu não mexo nas de ninguém. E respeito cada um, como deve ser.

Fui aprendendo a tomar conta da minha vida que, de tão preciosa e rara, deixo entregue à Deus.

Eu sei que temos nosso tempo com Ele aqui, por isso eu não lamento. Por vezes, brigo comigo, falo sozinha, ando pela casa e respondo as próprias perguntas. Penso: Por onde andará aquele tempo em que eu fui mais radiante e deixei o brilho no olhar falar mais alto?

A resposta? Está dentro de mim. Dentro da maneira de reerguer e continuar buscando sonhos e colhendo felicidade.

Só que nessa vida o certo faz parte do incerto. O cotidiano muda dentro de um segundo, assim como as intercorrências no meio do caminho.

Muitas vezes eu pensei: Salve-se, cuide-se, alimente seu espírito e faça suas preces em nome da sua paz desejando que cada um seja feliz a seu modo. Mas, que também me deixem viver!

Aqui dentro o único interesse que tenho é o de manter minha alma mais elevada e deixar pra lá o que não coube mais no meu espaço interno.

Acho que somos importantes demais para nos anularmos por quem nos prejudicou um dia, por quem só nos serviu de ponte para nos aproximarmos mais de nossos próprios sentimentos.

Tudo é questão de aprendizado e sabedoria, pois os sábios são aqueles que, mesmo em silêncio nos olham e nos mostram o caminho para o próprio eu, sem nos rebaixar ou nos colocar à deriva.

Experimente a sensação de todos os dias agradecer e crer que hoje pode dar muito certo e que cada um possui sua aura própria.

Quem se acovarda e vai embora, não merece ficar mesmo em nossa vida. Porque é preciso coragem para muitas coisas, inclusive para amar. Amor não é rota de fuga, não é sair e bater a porta na cara de outra pessoa, sem dizer nada. Não é deixar o coração do outro jogado à própria sorte como quem não está nem aí com sua vida.

Creia, você merece coisa melhor, assim como o seu melhor pode desvendar coisas tão intensas e maravilhosas, que você nem percebeu, enquanto se ocupava com quem não lhe sabia.

Todos nós passamos por problemas e vamos buscando nossas soluções.

Seja no Amor, dentro de nós mesmos. Tenha certeza de que tudo se ajeita. Acredite e continue sua tarefa de melhorar, estudando melhor a cartilha da vida.

TEXTO DE: Sil Guidorizzi 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 14 de Julho de 2.017.
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Algumas pessoas são mais felizes longe de nós

Existirão uniões que não poderemos manter, amizades que não conseguiremos segurar, por mais que nos esforcemos, porque algumas pessoas somente serão felizes quando não estiverem perto de nós. 

Aceitar isso dói, mas liberta e nos permite prosseguir em paz.

Talvez a consciência de que algumas pessoas não são felizes ao nosso lado seja muito difícil de alcançar, mas ela nos poupa de muito sofrimento e também de que causemos sofrimento na vida de outrem. Ninguém é unanimidade e é por isso mesmo que teremos que nos distanciar de certas pessoas, para o bem delas. Para o nosso bem.

E, aqui, não se trata da ausência de carinho e/ou de amor, mas sim aos casos em que, mesmo havendo afeto entre duas pessoas, elas não conseguem ficar juntas. Por mais que se amem, por mais que queiram conviver, acabarão se machucando, inevitavelmente. E nada, então, poderá fazer com que consigam permanecer juntas. O amor, nesses casos, irá se manifestar na forma da distância forçada. E não será fácil.

Talvez por amarmos de uma forma egoísta, sufocante, ou por sermos sinceros demais com essas pessoas, não conseguiremos nos conter na intensidade de tudo o que lhes ofertamos, no bom e no mau sentido.

Não seremos capazes de deixar que sigam seus voos, de exercitar o amor em liberdade e a empatia afetiva de que os relacionamentos necessitam. 

E é assim que a tristeza se demorará, junto à dor de um amor que machuca - e amor nem é isso.

E como machuca a gente ver o outro se divertindo, respirando com serenidade, sendo ele mesmo, quando longe de nós. Como dói amar a ponto de ter de expulsar alguém de nossas vidas, para que possamos vê-lo finalmente feliz e liberto, ainda que ele relute e insista em ficar.

O amor tem disso: forçar-nos a perceber que o afastamento de quem nos é especial pode ser o melhor, ainda que a saudade nos consuma e nos castigue. Como se vê, nem sempre o erro está no outro, mas sim em nós. 

Algumas vezes, nossa mudança de comportamento salvará os nossos relacionamentos, no entanto, existirão uniões que não poderemos manter, amizades que não conseguiremos segurar, por mais que nos esforcemos, porque algumas pessoas somente serão felizes quando não estiverem perto de nós. Aceitar isso dói, mas liberta e nos permite prosseguir em paz.

TEXTO DE: Marcel Camargo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 12 de Julho de 2.017.
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terça-feira, 11 de julho de 2017

Adultos imaturos

Eu te pergunto: Será que você é uma pessoa imatura?

Entenda que maturidade tem a ver com emoção. Se suas emoções são de instabilidade e insegurança, com certeza você está precisando amadurecer - jogar fora a ideia de que tudo pode e deve ser perfeito (pura ilusão) e agir no sentido do feito (ao seu alcance).

Quando você abre mão de algo importante em sua vida para agradar a alguém, você demonstra imaturidade emocional, medo de ficar sozinho, falta de posicionamento diante da vida, e isso o torna cada vez mais desinteressante aos olhos das pessoas à sua volta.

Por outro lado, quando desenvolve sua inteligência emocional, você deixa as infantilidades de lado, para de fazer "joguinhos" e chantagens com os outros, e passa a ser autor, diretor, e protagonista do filme de sua vida.

Amadurecer é tomar consciência de quem ninguém, a não ser você mesmo, é responsável por sua felicidade e que são suas escolhas que definem a vida que você vai ter.

Portanto, a partir de agora, fortaleça suas emoções, aplacando o medo da solidão e abastecendo-se de amor, para que deixe de atitudes infantis pensando que assim vai conseguir prender alguém ao seu lado.

Em seu lar, escolha criar um ambiente de cooperação, dando um basta na imatura competição com seu cônjuge e filhos.

Ajude seus filhos a amadurecer, incentivando-os não só aos estudos, mas, principalmente ao trabalho - onde terão que enfrentar patrões exigentes, ouvir muitos "nãos" da vida e aprender a lidar com as frustrações.

Portanto, se você se identificou com esse tema, e se sente imaturo, é hora de parar de ficar só olhando para si mesmo e suas vontades, e começar a contribuir com a vida dos outros. Não precisa ser dinheiro, se você não puder. Contribua com sua presença, com palavras de incentivo, com verdadeira intenção de fazer a diferença na vida das pessoas.

Sair do seu "castelo dos sonhos" e ter um olhar para a dor do próximo é uma boa forma de crescer emocionalmente e dar mais valor à própria vida.

TEXTO DE: Eliana Barbosa
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 12 de Julho de 2.017.
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domingo, 9 de julho de 2017

O silêncio

Onde quer que você esteja, seja a alma deste lugar. 

Discutir não alimenta. Reclamar não resolve. Revolta não auxilia. Desespero não ilumina. Tristeza não leva a nada. Lágrima não substitui suor. Irritação intoxica. Deserção agrava. Calúnia responde sempre com o pior.

Para todos os males, só existe um medicamento de eficiência comprovada.

Continuar na paz, compreendendo, ajudando, aguardando o concurso sábio do Tempo, na certeza de que o que não for bom para os outros não será bom para nós.

Pessoas feridas ferem pessoas.

Pessoas curadas curam pessoas.

Pessoas amadas amam pessoas.

Pessoas transformadas transformam pessoas.

Pessoas chatas chateiam pessoas.
Pessoas amarguradas amarguram pessoas.

Pessoas santificadas santificam pessoas.

Quem eu sou interfere diretamente naqueles que estão ao meu redor.

Acorde…

Se cubra de Gratidão, se encha de Amor e recomece.

O que for benção pra sua vida, Deus te entregará, e o que não for, ele te livrará!

Um dia bonito nem sempre é um dia de sol.

Mas com certeza é um dia de Paz.

TEXTO DE: Chico Xavier
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 11 de Julho de 2.017.
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sábado, 8 de julho de 2017

E os invejosos que se controlem, porque como diz o ditado, "Aqui se planta, aqui se colhe!"

Não há nada mais pernicioso no ambiente corporativo do que os infelizes sentimentos de inveja.

Por outro lado, se a inveja está presente, este é um claro sinal de que ali há pessoas de valor, despertando emoções confusas em seus colegas de trabalho: em alguns, a admiração - sentimento positivo e construtivo -, e em outros, a inveja - altamente destrutiva, principalmente para quem a carrega dentro de si.

Quem admira o sucesso do outro sabe que também pode realizar muito e procura adotar seu modelo para aprender a ser bem-sucedido. Entretanto, quem inveja o êxito do outro, não percebe que tem potencial para vencer e, então, fica tomado por um sentimento de destruir o que o outro tem de melhor.

Acredito que não seja muito difícil perceber quem inveja quem no ambiente profissional porque o invejoso tem certos comportamentos padrões, embora também existam outros tipos de invejosos camuflados - os "lobos em pele de cordeiros".

O invejoso mais fácil de ser identificado é aquele que despreza quem é o alvo de sua inveja, não apresenta o mínimo de interesse por sua vida, faz de tudo para ofuscar os talentos do outro e gosta de fazer comentários maldosos a seu respeito. Quando tem oportunidade, sem se dar conta, solta algumas "pistas" de sua inveja: "Ah, eu não sou tão inteligente quanto você.", "Você é que é bom nisso.", tentando disfarçar seu incômodo.

O maior perigo é que o invejoso - por acreditar que não consegue se igualar ou ser melhor do que o outro -,  se  tiver um caráter mau, ele é capaz de fazer de tudo para denegrir a imagem de quem ele inveja. Muitas vezes são atos inconscientes, mas há casos em que são bem conscientes, planejados e mal intencionados. São as armadilhas, as calúnias e os "puxões de tapetes", ainda tão comuns no ambiente organizacional. Traições, decepções, desilusões - quanto estrago por causa da inveja!

A minha sugestão para todos aqueles que trabalham junto a outras pessoas,  é que não se iludam em relação a elas, não confiem tanto naqueles que não conhecem tão bem assim, e evitem expor suas vidas. É melhor ser reservado e realizar o próprio trabalho, da melhor forma que puder. Entretanto, muito cuidado: não deixe de brilhar por medo da inveja alheia! Afinal, se o invejam é porque você está fazendo a diferença, porque você tem importância. Você já viu alguém invejar quem está nas piores situações?

Em minhas palestras e atendimentos, gosto de dar esta dica, primordial para  sua sobrevivência em ambientes onde a inveja impera: quando você detectar um invejoso em seu convívio, procure, de forma sincera, exaltar as qualidades dele. Quando possível, elogie um talento que ele tem e peça-o que lhe ensine alguma coisa que ele saiba fazer bem. Essa atitude, inteligente e humilde, tem o poder de, pouco a pouco, desarmar o invejoso, além de ser uma forma caridosa de incentivá-lo a descobrir seu próprio valor.

Portanto, sem medo da inveja alheia, ofereça o máximo de seu talento em tudo o que fizer e, com a consciência tranquila, não se esconda, porque o mundo precisa de pessoas como você, irradiando energias de sucesso, otimismo e competência, por onde passam.

Nada melhor do que um dia depois do outro para se encaixarem as peças deste grande "quebra-cabeça" que é a vida. E os invejosos que se controlem, porque como diz o ditado, "Aqui se planta, aqui se colhe!"

TEXTO DE: Eliana Barbosa
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 10 de Julho de 2.017.
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sexta-feira, 7 de julho de 2017

É inútil semear em corações estéreis.

Tem gente que não quer, não sabe, recusa-se a amar, a se lançar, a se permitir ser invadido por alguém. Por medo, por covardia, por traumas, sabe-se lá, ou porque simplesmente perdeu a esperança de ser feliz no amor.

Inúmeras são as razões para o fechamento do próprio coração, várias são as dores que antecedem um coração frágil e machucado. E, caso a pessoa não se ajude, amor nenhum quebrará o muro da indiferença que então se instala.

Nem sempre o amor é bonito, nem sempre será para sempre. Existem rompimentos mais ou menos tranquilos e existem finais que podem tanto fortalecer quanto enfraquecer os sonhos da essência de cada um. E algumas pessoas nunca receberam o amor verdadeiro que cura e ilumina, ou seja, tornaram-se incapazes de perceber quando há verdade tranquila nos sentimentos alheios.

Por outro lado, haverá sempre quem ama além da conta, além de si mesmo, transbordando afeto sincero e pronto para a partilha recíproca de verdades que possam se completar. São indivíduos que acreditam na felicidade a dois, sem temores, sem hesitar, porque já vivenciaram o prazer que o conforto amoroso traz consigo. E, ainda que se decepcionem e quebrem a cara, jamais se distanciam de tudo o que sempre sonharam viver junto a alguém com verdade.

Sim, cada pessoa irá reagir ao que lhe acontece de uma maneira peculiar, portanto, cabe-nos entender o que o outro é e tem a oferecer. Esse entendimento do outro é que nos poderá guiar, para que não esperemos demais de quem não tem condições de muito oferecer, em termos de amizade, de afeto, de guarida, de amor enfim.

Achar que todos terão um coração igual ao nosso é uma das piores atitudes que poderíamos tomar.

Encontrar um coração que seja capaz de corresponder a tudo o que carregamos, sem que toda a carga pese somente do nosso lado não será uma tarefa fácil. No entanto, no fundo, a gente sabe bem quando as sementes lançadas demoram demais a germinar, além da conta, além do que nosso coração é capaz de suportar. Esperar luz de quem não a possui é tão inútil quanto regar terrenos estéreis.

E o mesmo vale para os corações. Escolha com sabedoria os corações onde poderá repousar o que você tem de melhor. É assim que a gente não desaba.

TEXTO DE: Marcel Camargo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 07 de Julho de 2.017.
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quinta-feira, 6 de julho de 2017

NÃO AGRADE OS INGRATOS, NEM SIRVA AOS FOLGADOS

Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, de servir gente folgada, de nutrir amizades duvidosas, para que possamos percorrer somente os encontros verdadeiros.

Passamos muito tempo fazendo a coisa certa para as pessoas erradas, sofrendo as consequências das péssimas escolhas pelo caminho, sofrendo à toa por coisas inúteis e gente sem conteúdo, alimentando vãs esperanças em relação ao que não tem a menor chance de vir a acontecer.

Perdemos muito tempo investindo no vazio, esperando retorno do que não volta, aguardando sorrisos de quem nem nos olha direito. É preciso focar no que é real, pois, mesmo que não haja muito de verdadeiro nesses terrenos, esse pouco bastará.

Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, às pessoas descontentes e incapazes de receber algo de fora. Existem indivíduos que se encontram por demais fechados ao acolhimento do que não se encontra dentro deles, do que não faz parte daquele mundinho em que eles se fecham, presos a crenças e sentimentos que não mudam, não são repensados, não saem do lugar. Tentar alcançá-los é inútil.

É necessário evitar a servidão aos folgados, aos aproveitadores, a quem não sai do lugar por si só, a quem foge a qualquer tipo de responsabilidade, pois sabe que alguém sempre fará por ele. Temos que ter clareza quanto ao que realmente devemos e poderemos tomar para nós, ou acumularemos cargas de bagagens que não são, nem de longe, relacionadas às nossas vidas. Muita gente precisa de ajuda, sim, mas muitos precisam é de vergonha na cara.

Não podemos nutrir amizades duvidosas, com pessoas que não expressam a menor necessidade de nós, como se tanto nossa presença quanto nossa ausência fossem a mesma coisa, algo sem importância, invisível, dispensável. Nem todos de quem gostamos irão gostar de nós, o retorno da estima e da afeição nunca é uma certeza, portanto, há necessidade de que adentremos exclusivamente os encontros verdadeiros.

Não é fácil nem tranquilo conseguirmos acertar quanto ao que poderemos regar com a certeza de retorno e reciprocidade, uma vez que as pessoas, os acontecimentos, a vida, tudo é imprevisível. Embora muito do que acontecerá em nossas vidas não possa ser controlado, mantermos sob controle nossas verdades e a certeza de que merecemos ser felizes nos tornará mais fortes diante dos tombos, sem que desistamos de nossos sonhos.

TEXTO DE: Marcel Camargo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 07 de Julho de 2.017.
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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Somos todos passarinhos passando pelos caminhos uns dos outros.

"Eles Passarão, Eu Passarinho" - "Todos estes aí que estão atravancando o meu caminho, eles passarão, eu passarinho."

Este famoso trecho do brilhante escritor Mario Quintana provoca sensacionais reflexões! Sim, inúmeras pessoas passam pela nossa vida e se vão! Fato que também nos leva a conclusão que passamos pela vida de muitas pessoas.

A passagem que cada indivíduo atravessa no caminho do outro é singular e peculiar nas marcas que deixam, tanto positivas quanto negativas, datada de um tempo específico na vida de cada um, que não se repetirá da mesma forma, cada nova vez será diferente, um novo jeito de se reapresentar a cada dia.

O relacionamento humano não é tão simples, composto de uma série de variáveis (idade, gênero, contexto familiar, social e profissional, posição econômica, social, intelectual e cultural, etc) que definem sua complexidade! A forma de se relacionar também é distinta de acordo com os papéis sociais que representamos, tais como na função de pai, mãe, filhos, amante, ficante, amigo, parente, chefe, subordinado, e assim por diante.

Toda e qualquer relação nos afeta de algum modo, provocando movimentos de afastamento ou de aproximação.

Se os impactos deste encontro forem negativos na perspectiva de uma pessoa, atravancando o caminho com substanciais empecilhos para atingir os objetivos, ela poderá dar um jeito para se livrar do outro ou da situação que a perturba, como, por exemplo, mudando de emprego, terminando o relacionando amoroso (independentemente do grau de vínculo social - casamento, união estável, namoro, ficante - ou do vínculo emocional).

Se os impactos deste encontro forem positivos, alinhados aos seus objetivos e expectativas, a pessoa tentará manter o outro ao seu lado, manter-se naquela situação, esforço ativo para cultivar este convívio.

A perspectiva de uma pessoa precisa ser convergente com a perspectiva da outra a fim de se manter os movimentos de aproximação; já os movimentos de afastamento podem ser delineados quando apenas um não deseja estar onde está ou com quem está, não sendo necessário o consenso no desejo para o afastamento se consolidar.

Então todos nós somos passarinhos passando pelos caminhos uns dos outros.

Outros passarinhos passam, mas eu passarinho sempre continuarei! Nesta perspectiva individual, independentemente de quem permanecerá no meu caminho e por quanto tempo, apenas eu estarei comigo integralmente até o meu último dia!

Eu sou o protagonista responsável pelos meus voos de progresso, não somente o progresso material tão aclamado socialmente, como também o progresso moral, a expansão das virtudes; o contrário também é responsabilidade individual e intransferível.

Contudo a vida não é constituída apenas da perspectiva individual, há a perspectiva coletiva! Eu constituo a minha identidade do ego por meio da interação social. O coletivo tem impacto no individual e vice-versa!

Inúmeras pessoas são colocadas no nosso caminho indefinidamente para que possamos aprender, evoluir como pessoa, fazer um bom trabalho em todas as áreas da vida!

Se eu me recusar a aprender a lição com uma determinada pessoa, haverá uma próxima no meu caminho que será o canal deste aprendizado necessário, assim segue sucessivamente até que a lição possa ser assimilada.

Nos relacionamentos, não existe a pessoa ideal, aquela moldada segundo minhas expectativas e meus desejos, mas sim a pessoa real. A vida é generosa, constantemente ela nos faz diversos convites, personificados pelas pessoas colocadas no nosso caminho, endereçando os convites para sermos um bom filho, boa mãe, bom profissional, boa amiga, bom marido, boa pessoa.

A pergunta que fica é: "quando iremos aprender a lição que temos que aprender"?

TEXTO DE: Cristiane Cruz 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 06 de Julho de 2.017.
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